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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Segredos do Livro Eterno - Bereshit (Gênesis) Parte 8

janeiro 15, 2020criação, egoísmo, espiritualidade, evolução, força universal, natureza humana, purificação, renovação, segredos do livro eterno, símbolos, transformação

Neste episódio, mergulhamos nos mistérios da criação e da natureza humana, explorando conceitos como egoísmo, transformação espiritual e o papel das forças universais na evolução do homem. Com insights profundos sobre purificação e renovação, a discussão revela como cada indivíduo pode percorrer o caminho para se tornar semelhante ao Criador, em uma jornada guiada por símbolos e significados ocultos.

No emocionante episódio de "Segredos do Livro Eterno", o anfitrião e o Dr. Michael Laitman exploram os profundos significados espirituais escondidos no Livro do Gênesis. Este episódio se concentra no simbolismo do dilúvio e no papel de Noé, trazendo à tona a jornada espiritual do ser humano e sua conexão com a força superior.

O programa discute como Noé, descrito como justo, representa um estado espiritual elevado, o décimo degrau desde Adão, que conclui um ciclo de desenvolvimento interno. O dilúvio, longe de ser uma simples catástrofe, é interpretado como um processo de purificação espiritual, no qual forças egoístas são transformadas para possibilitar um avanço a um nível superior de consciência.

Dr. Laitman explica que o dilúvio simboliza a ação da luz superior, conhecida como luz de Chasadim, que permite ao indivíduo superar seu egoísmo e criar conexões verdadeiras com os outros. A arca de Noé, por sua vez, é apresentada como um símbolo de proteção e preservação das qualidades espirituais essenciais que permitem essa transformação.

O talk show também aborda as gerações descritas na Bíblia, interpretando-as como degraus de desenvolvimento interno. Cada estágio reflete uma luta espiritual entre forças opostas – o desejo de receber e o desejo de doar. Essa dinâmica culmina no estado de Noé, um ponto crucial de evolução no qual o indivíduo se prepara para iniciar um novo ciclo de crescimento espiritual.

Com uma narrativa cativante e insights profundos, "Segredos do Livro Eterno" vai além da interpretação literal dos textos sagrados, oferecendo um guia para a transformação espiritual. O programa destaca que cada ser humano deve passar por sua própria jornada interna, refletida nas histórias bíblicas, até alcançar uma conexão plena com a força criadora.

Uma reflexão poderosa sobre o significado da jornada espiritual e a busca por equilíbrio entre forças opostas. Este episódio não apenas ilumina os textos antigos, mas também inspira o público a embarcar em sua própria jornada de autodescoberta e crescimento espiritual.


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Por Que Os Dinossauros Foram Extintos?

janeiro 15, 2020asteroide, ciência, dinossauros, evolução, extinção, fósseis, história da Terra, mistério, mudanças climáticas, paleontologia, teorias científicas

O enigma da extinção dos dinossauros atravessa o tempo. Qual foi o verdadeiro motivo por trás do seu desaparecimento?


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Kabbalah e Ciência Moderna - Ep. 07 - Nem Só de Pão Viverá o Homem

janeiro 15, 2020altruísmo, Cabalá, ciência, desenvolvimento humano, educação, espiritualidade, evolução, jogo educativo, kabbalah e ciência moderna, Luz Superior, pedagogia, transformação

Esta lição explora profundamente os princípios cabalísticos aplicados à pedagogia, ressaltando o papel do desenvolvimento humano em harmonia com as leis da natureza e da espiritualidade. Central à discussão está a ideia de que a educação não é apenas uma transferência de conhecimento, mas um processo transformador que une intelecto e desejo em busca de um equilíbrio superior. A Kabbalah enfatiza que o progresso espiritual ocorre por meio da interação entre estudantes, professores e uma força superior, promovendo um crescimento interno baseado no amor, doação e responsabilidade mútua.

A abordagem pedagógica apresentada destaca o uso de jogos como uma ferramenta essencial para modelar estados futuros e desenvolver competências emocionais e intelectuais. Esse método, frequentemente denominado "edutainment", combina aprendizado e entretenimento, permitindo que os participantes vivenciem conceitos abstratos de forma prática e intuitiva. Essa prática é descrita como uma maneira eficaz de adquirir novas habilidades e de alinhar-se com as leis superiores da natureza.

Outro ponto crucial é a interação entre o esforço humano e a influência da luz superior. Segundo a Kabbalah, o desenvolvimento espiritual é um processo conjunto em que o indivíduo deve criar condições ideais para que essa luz o transforme. Esse conceito enfatiza a necessidade de ações conscientes, como estudos em grupo e práticas colaborativas, para impulsionar o crescimento espiritual coletivo.

A lição também aborda o papel do professor como mediador entre os alunos e a fonte superior. Esse processo é descrito como um sistema onde o desejo coletivo desperta a necessidade pela luz, criando um ciclo de aprendizado mútuo e enriquecimento recíproco. Além disso, a Kabbalah ensina que o verdadeiro aprendizado ocorre quando alunos e professores se conectam profundamente, elevando suas compreensões para níveis mais elevados.

Por fim, é explorada a ideia de que os princípios cabalísticos proporcionam uma estrutura para equilibrar opostos, como o intelecto e a moralidade, e para harmonizar as contradições intrínsecas à natureza humana. Assim, a pedagogia inspirada na Kabbalah não só educa, mas também transforma, guiando indivíduos e comunidades rumo a um estado de equilíbrio e realização espiritual.


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Desde O Big Bang Até Agora: Aquilo Que A Humanidade Mais Necessita Hoje

janeiro 15, 2020altruísmo, biologia, blog, ciência, egoísmo, evolução

Por Que Tudo Se Trata Literalmente de Dar e Receber

Como a sabedoria da Cabala explica, na antiga Mesopotamia, depois de estudar o mundo à sua volta, Abraão descobriu que a realidade consiste de dois desejos. Um desejo é doar e o outro é receber. Ele descobriu que tudo o que existiu, o que existe agora, e o que vai existir é um resultado da interação entre essas duas forças. Quando os desejos trabalham em harmonia, a vida segue seu percurso pacificamente. Quando eles colidem, no entanto, temos de lidar com as calamidades, catástrofes e crises de grande magnitude.

Através dessas descobertas, Abraão entendeu como o universo e a vida tinham iniciado, e como evoluíram. Nosso universo nasceu aproximadamente há 14 bilhões de anos atrás, quando uma enorme e nunca dantes vista e repetida expansão de energia explodiu a partir de um minúsculo ponto. Os astrônomos a chamam de “o Big Bang.” Assim como um sêmen e um óvulo se juntam para formar um embrião no momento da concepção, o universo foi “concebido” quando o desejo de doar e o desejo de receber se uniram pela primeira vez no Big Bang. Por esse motivo, tudo que existe em nosso universo é uma manifestação da união das duas forças.

Assim como uma célula de um embrião começa a se dividir e a criar a carne do recém nascido imediatamente após a concepção, o desejo de doar e o desejo de receber começaram a formar a matéria do nosso universo imediatamente após o Big Bang. Em seguida, através de um processo que durou bilhões de anos, e que em certa medida, dura ate hoje, gases se expandiram e contrairam alternativamente, galáxias foram criadas, e estrelas se formaram dentro delas. Cada expansão de gases era uma conseqüência de um desejo de doar, que se expande e cria, e cada contração era o resultado do desejo de receber, que absorve e contrai.

A humanidade, como o universo, é um sistema perfeito compreendido por uma miríade de elementos que interagem entre eles. Assim como bilhões de galáxias compõe o universo, bilhões de pessoas juntas compõem a humanidade. E assim como existem estrelas dentro de cada galáxia, há pessoas no seio de nações e estados. E os órgãos, tecidos e células dentro do corpo de cada pessoa são como os planetas, cometas e asteróides orbitando seus sóis.

A expansão e a contração formam as intermináveis idas e vindas da vida, movidas em um momento pela vontade de doar, e no próximo momento pelo desejo de receber. Quer sejam galáxias, sois e planetas fundindo-se para formar o nosso universo, ou células, pele, e órgãos humanos combinados para formar um ser humano, esta articulação, de desejos está na raiz da criação.

Assim como as estrelas, o Planeta Terra desenvolveu-se pela expansão e contração através da interação dos desejos. Quando a Terra foi formada, sua superfície refletia o fluxo de expansão e o refluxo de contração. A cada vez que o desejo de doar prevalecia, o interior da Terra explodia transformando-se em rios de lava. E cada vez que a força do recebimento prevalecia a lava se esfriava e formava novas faixas de terra. Finalmente, uma crosta bastante forte se formou sobre a Terra para permitir o surgimento da vida tal qual a conhecemos.

Se procurarmos bastante, encontraremos as mesmas duas forças – dar e receber – dentro de cada ser criado, tecendo suas magníficas vestes da vida. No processo de tecelagem, o desejo de doar criou primeiro a matéria, como no Big Bang ou como no recém nascido, e o desejo de receber formou a matéria, como nas estrelas e nas diferentes células dos organismos.

Você Sabia Que a Humanidade É o Resultado de Biliões de Anos de Cooperação?

A história não acaba com a criação do universo. Quando um bebê nasce, ele não pode controlar as suas mãos ou pernas, que parecem se mexer erraticamente. No entanto, há uma enorme importância nestes aparentes movimentos erráticos: depois de muitas repetições, o bebê gradualmente aprende com que movimentos se obtém resultados e com quais não. A não ser que o bebê tente, ele não vai aprender como se virar, engatinhar, e finalmente andar. Em um bebê, a força da vida (o desejo de doar) cria movimento. Mas é o desejo de receber é que dá, a esta força, direção e determina quais expressões do desejo de doar (movimentos) deveriam ficar ou não.

O mesmo princípio pode ser aplicado à primeira infância da Terra. Durante o esfriamento da Terra, partículas movidas pelo desejo de doar movimentavam-se ao acaso. O desejo de receber causou a contração destas partículas e formou aglomerados, e apenas os mais estáveis destes grupos sobreviveram, formando átomos.

Os átomos, também, moviam-se ao acaso uma vez que o desejo de doar dentro deles os lançavam erraticamente, e o desejo de receber gradualmente formava grupos de átomos mais sustentáveis. Estas foram as primeiras moléculas. A partir dai o caminho para a primeira criatura viva foi pavimentado.

Durante a criação, esses desejos colaboraram para criar criaturas cada vez mais complexas. As criaturas unicelulares vieram primeiro. Então, essas criaturas aprenderam a colaborar para poder aumentar as suas possibilidades de sobrevivência. Algumas células distinguiam-se na respiração e ficaram encarregadas do fornecimento de oxigênio para as demais células. Outras células aprenderam a digerir eficazmente e se tornaram responsáveis pelo fornecimento de nutrientes para as demais células na “colônia.” Algumas células aprenderam a pensar para as demais células e se tornaram o cérebro da “colônia”.

Portanto, criaturas multicelulares foram formadas dentro das quais cada célula tinha uma única função e responsabilidade, e dependia das outras das células para a sua sobrevivência. Esta qualidade é o que caracteriza as criaturas complexas tais como plantas, animais e, principalmente, o homem.

O Homem Está Acima da Natureza?

Camada por camada, a vida evoluiu pacificamente em seu curso. Depois vieram os seres humanos. Os primeiros humanos pareciam-se como os macacos. Eles comiam o que encontravam na terra ou nas árvores, e caçavam o que podiam. Eles colaboravam uns com os outros, mas agiam puramente por instinto.

Mas os seres humanos não eram como os outros animais. Eles descobriram que para aumentar as suas possibilidades de sobrevivência, eles deviam se concentrar em desenvolver o seu intelecto em vez de seus corpos. Como resultado, aprenderam como fazer armas para caça, em vez de utilizar suas mãos ou pedras. Eles também aprenderam a utilizar vasos para juntar e armazenar alimentos. Ao longo do tempo, os seres humanos melhoraram a utilização da sua inteligência, o que aumentou as suas possibilidades de sobrevivência ainda mais. Assim, aos poucos, a raça humana se tornou governadora da Terra.

A capacidade de utilizar as ferramentas para aumentar a produção alimentar e construir melhores abrigos nos ofereceu uma possibilidade única, não disponível à outras criaturas: pensávamos poder modificar o nosso meio ambiente para adaptá-lo as nossas necessidades, em vez de nos mudarmos para nos ajustarmos melhor aos ditames da natureza. Este foi o elemento chave na evolução da humanidade desde então.

A constatação de que poderíamos mudar nosso entorno para satisfazer os nossos desejos mudou o futuro da humanidade para sempre. Não dependíamos mais da natureza, mas de nossos próprios recursos. Esse ponto foi o nascimento daquilo que hoje dizem ser “civilização”.

O alvorecer da civilização, cerca de dez mil anos atrás, foi lindo. Melhoramos as nossas ferramentas de caça, desenvolvemos a agricultura, inventamos a roda, e vimos a vida passando de boa para melhor. O único problema na nossa capacidade de constantemente melhorar as nossas vidas era que essa habilidade nos fez sentir mais poderosos do que realmente somos, e começamos a nos sentir superiores a Natureza, o que provou ser a raiz de todos os males.

Como Dois Desejos Dentro de uma Pessoa são a Chave para Desbloquear Prazer Crescente

Os seres humanos são uma espécie especial: desde que percebemos que poderíamos mudar os nossos arredores para o nosso beneficio, desenvolvemos maneiras cada vez mais sofisticadas de fazê-lo. Aprendemos que podemos usar a nossa inteligência, em vez de nossa força física para aumentar nosso prazer.

No entanto, para aumentá-la de modo eficaz, precisamos saber que partes de natureza podemos mudar, quando podemos mudá-las, e como. Por exemplo, a agricultura é uma mudança de natureza porque em vez de colher aveia selvagem, por exemplo, podemos domesticá-la, cultivá-la num campo, produzir muito mais e colhe-la mais facilmente. Mas para evitar danos ao meio ambiente, os agricultores devem levar em consideração inúmeras informações, para ter certeza de que não prejudicarem o equilíbrio global .

E para podermos manter esse equilíbrio, precisamos ter consciência de todos os elementos envolvidos na criação do meio ambiente, e em primeiro lugar, o desejo de doar e o desejo de receber, e como eles interagem. Caso contrário, é como se estivéssemos tentando construir uma casa sem saber como fazer uma forte e sólida fundação ou planejar o número de quartos sem saber quantas pessoas vão viver neles.

A interação entre os dois desejos nos ilude porque é a própria base da nossa composição, e por isso reside em um nível mais profundo do que a nossa consciência. Mas uma vez que entendemos como esses desejos interagem entre si para criar vida, podemos colocar esta informação em prática e descobrir como nos beneficiar dela.

Ao mesmo tempo, se construímos nossas vidas levando em conta os dois desejos, nosso bom senso será constantemente desafiado, nos encontraremos considerando ações e atitudes que não fazem sentido para o nosso desejo de receber, que quer apenas receber. Por exemplo, de que serviria eu dar algo para alguém que eu não conheço, de quem não me importo, e que jamais me retribuirá o favor? Não faz nenhum sentido para o meu desejo de receber.

Se você sugerir que ao agir desse modo conheceria a outra metade da realidade, o desejo de doar, e que eu entenderia como a força que cria a vida funciona, eu provavelmente diria que o senhor necessita de um terapeuta, antes de reconhecer que o que me diz tem valor.

Por Que A Vida É Difícil Sem o Desejo de Dar

Para compreender porque a ignorância sobre a vontade de dar é tão prejudicial, podemos pensar na relação entre o desejo de doar e o desejo de receber como a relação entre uma mãe e seu filho. Em uma relação saudável, o bebê conhece a sua mãe e sabe a quem recorrer quando está com fome, frio, ou cansado. Mas, e se o bebê não tem mãe? A quem ele se voltaria para satisfazer suas necessidades? Quem o alimentaria, vestiria, manteria aquecido e amaria? Ele teria que tomar conta de si mesmo. Quais seriam as chances de sobrevivência para esse pobre bêbê?

Desde o dia fatídico quando Nimrod expulsou Abraão de Babel há 4.000 anos atrás, a humanidade tem estado como o bebê, tentando levar a vida da melhor maneira que pode. Ficamos confusos, mas nos separamos do desejo de doar, a força da vida que nos alimenta e ao resto do universo.

Como uma criança órfã de mãe, temos sido privados de orientação, tentando aprender a sobreviver por tentativas e erros. Nos nossos esforços para encontrar uma forma sustentável de vida, experimentamos viver em clãs, escravidão, em democracia grega, feudalismo, comunismo, capitalismo, democracia moderna, fascismo, e até nazismo. Temos procurado consolação para os nossos receios do desconhecido na religião, no misticismo, filosofia, ciências, tecnologia, arte, e, na realidade, em todas as áreas de ideologias e compromisso humanos. Todas essas ideologias e buscas nos prometiam uma vida de felicidade e nenhuma delas cumpriu o prometido.

Sem estarmos conscientes do desejo de doar e da necessidade de equilibrar- nos com ele, tal como todos os outros elementos na natureza, temos atuado exclusivamente em o nosso desejo de receber. Assim criamos sociedades deformadas, desenfreadas em explorações e tiranias.

É verdade que a humanidade alcançou grandes realizações, tais como a medicina moderna e a produção abundante de alimentos e energia. Mas quanto mais progredimos, pior uso de nossas conquistas fazemos, aumentando a diferença entre nós e a crescente injustiça social .

Não é culpa de ninguém que as sociedades humanas estejam deformadas e intrinsecamente injustas. Sem conhecer o desejo de doar, ficamos apenas com uma opção na vida: receber aquilo que podemos sempre que possível. Por isso, aqueles que estão sendo explorados hoje, serão exploradores amanhã se chegarem ao poder, porque quando trabalhamos com apenas o desejo de receber, então tudo aquilo que queremos é receber.

“Desde O Big Bang Até Agora: Aquilo Que A Humanidade Mais Necessita Hoje" é baseado no livro, Garanta Sua Saída da Crise por Dr. Michael Laitman.
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

O QUE A HUMANIDADE VAI DESCOBRIR NO SÉCULO 21?

janeiro 13, 2020Cabala Explicada, crescimento, Desenvolvimento, evolução, evolução da humanidade

 

Asaf fala sobre a seguinte fase de desenvolvimento do planeta terra


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domingo, 12 de janeiro de 2020

ETÁPAS DO PROGRESSO ESPIRITUAL EXPLICADO

janeiro 12, 2020Cabala Explicada, evolução

Gilad Shir fala um pouco sobre o caminho

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

O Que Se Segue Para a Humanidade?

fevereiro 14, 2016blog, economia, evolução

Dr. Michael Laitman:

O nosso desenvolvimento está caminhando para libertar o ser humano do nível animal, onde é necessário cuidar do corpo, de modo que no momento em que começarmos a reconhecer o mal do nosso egoísmo e sua finalidade, nós possamos nos tornar totalmente envolvidos em nossa reeducação e equivalência com o nosso próximo nível: o nível “humano”, na implementação da condição bíblica do “Ama o próximo como a si mesmo”.

A Terceira Revolução Industrial

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Como Entender a Vida Inanimada de um Modo que O Prepare para a Próxima Fase da Evolução

fevereiro 12, 2016biologia, blog, cabala, ciência, darwin, evolução

Depois da quebra de Adão, cada parte do desejo de receber começa a se sentir independente, separada de seu ambiente e desejando absorver dele. Esse desejo de absorver, essa força de atração ou gravidade — o paralelo físico do desejo de receber — formou os primeiros aglomerados do universo, que depois se tornaram a substância das primeiras galáxias do universo.

Com espaço e campo de gravidade surgiram formas mais estruturadas do desejo de absorver (ou seja, do desejo de receber), e as partículas apareceram. O processo de absorção continuou, e as estrelas nasceram com planetas ao seu redor. Dessa forma, a gravidade, a força mais fraca da Natureza, criou a infraestrutura do universo inteiro,
assim como o Estágio Um das quatro fases do desejo primordial da criação, o mais fraco desejo de receber, criou a infraestrutura para os Quatro Estágios e todos os mundos espirituais que se seguiram.

Como no Estágio Um, o desejo de receber no corporal inanimado consiste basicamente no desejo de assegurar sua própria sobrevivência, sustentar a si mesmo. Sua única relação com os outros é que ele resiste a qualquer tentativa de quebra, dissolução ou mudança. Ainda, como resultado do nível inanimado e sua aspiração por manter sua própria sobrevivência, algumas partículas “descobriram” que elas poderiam assegurar melhor seu futuro, colaborando com outros elementos.

Ao Contrário de Darwin, A Cabala Afirma 'Não Há Coincidência'

Contrariamente à teoria da evolução de Darwin, a Cabalá afirma que não há coincidência. Na realidade, as partículas não “descobrem” ou por acaso colaboram e subsequentemente se beneficiam ao fazê-lo. Isso implicaria que a Natureza não tem propósito, é randômica, e que não há meta pré-determinada no final do processo. Em vez disso, Baal HaSulam explica (em “Prefácio à Sabedoria da Cabalá”, Estudo das Dez Sefirot e outros lugares) que, sendo o nosso mundo o último em uma série de eventos de causa-e-efeito, o desejo que aparece em nosso mundo já contém (embora não conscientemente) reminiscências dos estados anteriores, uma vez que eles são suas ramificações. Por isso, o desejo de receber neste mundo já contém reminiscências dos Quatro Estágios, o Partzuf, e todos os mundos espirituais. Como resultado, a preparação, a configuração para a descoberta dos benefícios da colaboração existe previamente em todos os níveis de desejo neste mundo. É isso que lhes permite “miraculosamente” descobrir os benefícios da “negociação em harmonia”, como coloca Sahtouris.

Muitos físicos concordam que as partículas não necessitam de muito tempo para “descobrir” os benefícios da colaboração. Uma publicação do Observatório de Haystack, um centro de pesquisas do MIT, explica: “Quando o universo tinha 3 minutos de idade, ele já havia resfriado o suficiente para que prótons e nêutrons se combinassem em núcleos.” Para se desenvolver ainda mais, no entanto, tiveram de forjar colaborações adicionais, que se manifestaram na forma de elétrons, e equilibraram a carga positiva do núcleo. Assim foi como os primeiros átomos apareceram.

Para essas partículas, ser parte de um átomo ─ diminuindo, portanto, seu interesse próprio em favor do interesse do átomo ─ era toda a correção de que necessitavam. Agindo para o bem do sistema e não para seu próprio bem, deixaram de estar centradas em si mesmas e começaram a se centrar no sistema. Elas se tornaram “conscientes” do seu ambiente e de como poderiam contribuir com ele. Assim, elas se tornaram “altruístas”, embora pela razão egoísta de perpetuar sua própria existência.

A “recompensa” das partículas que primam em doar para o seu ambiente é a criação de um ambiente forte, resultando em átomos estáveis. E isso garante a sua existência futura.

Além disso, como os átomos precisam de todas as suas partículas para se manter, internamente eles protegem suas partículas. Dessa forma, abdicando do interesse próprio em prol do interesse de seus átomos, as partículas angariam o interesse de todo o sistema no bem estar desses átomos. Esse “acordo” provou ser tão bem sucedido, que, “Momentos depois do Big Bang, prótons e nêutrons começaram a se combinar para formar o hélio- e outros elementos básicos”, disse Robert Rood, da Universidade da Virgínia, conforme citado em um comunicado da Rádio Nacional do Observatório de Astronomia. Assim os primeiros minerais surgiram.

Por Que Células no Corpo Humano São um Exemplo para as Pessoas na Humanidade

O corpo humano é possivelmente o exemplo mais vívido do modus operandi de abdicar do interesse próprio em benefício do interesse do sistema hospedeiro, recebendo em troca a proteção desse sistema. No corpo humano, assim como em qualquer organismo, cada célula tem uma função específica. Para o organismo sobreviver, cada célula deve desempenhar sua função com o melhor de suas habilidades e substituir a meta de manter sua própria vida pela meta de manter a vida do seu organismo hospedeiro. Se uma célula começar a agir contrariamente a esse princípio, seus interesses logo irão conflitar com os do corpo, e os mecanismos de defesa do corpo irão destruí-la. Assim, é provável que se origine um tumor de células insubordinadas, que lutam para consumir os recursos do corpo em seu próprio benefício. Quando esse tipo de processo ocorre, nós o diagnosticamos como “câncer”.

Se o câncer vencer, o corpo morre e o tumor morre junto com ele. Se o corpo vence e o câncer morre, o corpo sobrevive com as células do corpo que não se tornaram malignas, e as células egoístas são extintas. Esse é o mecanismo de segurança contra falhas com o qual a Natureza assegura que sistemas egocêntricos não existam. Aqui, também, não há nada de milagroso, simplesmente os mecanismos egoístas invariavelmente se consomem até a extinção, porque consomem sua fonte de alimento.

Por conseguinte, é interesse de todas as células do corpo curar o tumor. Colocado de outra forma, garantindo a sobrevivência dos elementos do sistema, os elementos naquele sistema promovem o bem estar do sistema antes de prover seu próprio bem estar. Em troca, o sistema irá prover o bem estar deles e garantir sua sobrevivência.
O princípio que acabamos de explicar não é válido apenas para partículas, átomos e organismos, mas para toda a vida. Aplicando-o, todos os elementos da Natureza aprendem a trocar sua natureza egoísta por uma natureza altruísta, que considera o bem coletivo antes de seu próprio bem.

Assim, voltando ao nosso tópico de observar o universo primordial, uma vez que as partículas juntaram-se para criar átomos, átomos começaram a se unir, criando, dessa forma, as primeiras moléculas. Estas aderiram à mesma regra, e as que sobreviveram foram aquelas cujos átomos estavam fortemente conectados, assim como com os átomos, abdicando de seu próprio interesse frente ao interesse de seu sistema hospedeiro ─ as moléculas.

Em todo esse processo, não há livre arbítrio. Nem átomo nem molécula podem optar por não serem criados, porque os elementos que os constituem procuram o melhor modo de formá-los para melhor proteger seus interesses. Ainda, criando moléculas, os átomos realizam algo muito mais significativo do que proteger a si mesmo e às partículas que os criaram. Assim como as partículas, eles construíram um sistema antes de atender a seu interesse próprio e, ao fazê-lo, os átomos se transformam de entidades auto-orientadas em orientadas para o sistema, o que significa altruísmo.

Desse modo, outra camada do nível inanimado do desejo de receber foi corrigida. E embora não hajo livre arbítrio nessa correção, o modus operandi altruístico é todo o requerido para os minerais serem considerados corrigidos. Como o Estágio Um não tem qualquer livre arbítrio na sua evolução, também o nível inanimado não tem livre arbítrio na sua evolução; ele simplesmente trabalha para assegurar sua sobrevivência da melhor forma possível.

Curiosamente, a teoria de Darwin reflete quase o mesmo padrão em seu princípio de seleção natural. Uma diferença entre a Cabalá e o Darwinismo é que o Darwinismo define moléculas estáveis vs. não estáveis, e a Cabalá define moléculas equilibradas vs. desequilibradas. Moléculas equilibradas apoiam os átomos que as compõem, e os átomos igualmente apoiam suas moléculas.

Em O Gene Egoísta, Richard Dawkins — um dos mais renomados defensores contemporâneos de Darwin — descreve o processo de evolução molecular: “A mais antiga forma de seleção natural foi simplesmente a seleção de formas estáveis e a rejeição das instáveis. Não há mistério nisso. Isso tinha de acontecer por definição.”

As observações de Dawkins são congruentes com as da Cabalá. Na terminologia Cabalística, uma molécula estável é aquela que abdica de seu próprio interesse em favor do interesse da molécula. As “formas estáveis” de Dawkins, portanto, são sinônimos das “moléculas corrigidas” da Cabalá, nas quais os átomos se tornaram “altruístas”. Reciprocamente, nas moléculas instáveis (não corrigidas), um ou mais átomos se mantêm focados em seus interesses próprios.

Seguindo o mesmo procedimento das partículas e dos átomos, as moléculas começaram a se unir e a criar o que os biólogos chamam “interações moleculares” ou “conexões”. O mesmo aconteceu com as moléculas, interações em que as moléculas se dedicaram à força e ao bem estar das conexões prosperaram, e aquelas cujas moléculas apoiaram apenas parcialmente a conexão se desintegraram.

Existem muitas formas de interações moleculares na natureza, mas há menos de quatro bilhões de anos, uma interação em particular marcou a mudança entre o estágio inanimado na Terra (e talvez no universo) e o vegetativo. Esse agregado especial de moléculas recebeu o nome de “Ácido Desoxirribonucleico”, também conhecido como DNA.

Nos átomos, as partículas assumem diferentes funções: alguns formam o núcleo e outras formam a parte externa ou casca, por exemplo. Similarmente, nas moléculas, os átomos assumem diferentes funções e devem aderir a formas rígidas de conexão. E finalmente, na interação molecular, cada molécula exerce uma diferente função.

Com o aparecimento do DNA, porém, as coisas começaram a mudar. O DNA não é mais uma estrutura feita de diferentes moléculas que formam uma estrutura. Ele é uma estrutura que pode interagir com outras estruturas, e a cada estrutura é atribuída uma função diferente. Essas, combinadas, servem ao bem da estrutura. Em biologia, essas estruturas são chamadas “células” ou “organismos unicelulares” e constituem a mais primitiva forma de vida.

Pode-se argumentar que, essencialmente, esses organismos funcionam quase que da mesma maneira que os átomos, as moléculas ou as estruturas moleculares introduzidas antes. A estrutura única criada em torno do DNA, no entanto, permite que ocorram duas funções até então inexistentes:

  1. O DNA é a primeira estrutura conhecida na natureza que pode replicar a si mesma, bem como replicar as estruturas moleculares que o suportam.
  2. Células são as primeiras estruturas que sistematicamente interagem com seu ambiente. Elas absorvem nutrientes de seu ambiente, processam-nos para extrair a energia de que necessitam para sua sobrevivência e então excretam os resíduos. Além disso, as células podem repetir com precisão esse processo tantas vezes que podem de fato transformar seu ambiente.


Há muitas definições do que é a vida. Para ficar de um lado seguro, escolho a definição apresentada pela Enciclopédia Britânica: “Matéria que apresenta certos atributos, que incluem responsividade, crescimento, metabolismo, transformação de energia e reprodução.”xix As primeiras células, chamadas “procariontes”, possuíam todos esses atributos e representaram uma evolução direta da interação molecular. Assim, o começo da vida como conhecemos deveu-se à mesma lei pela qual todos os sistemas atingem equilíbrio e sustentabilidade — os constituintes abdicam de seus interesses próprios em beneficio do interesse de seu sistema hospedeiro, para, em contrapartida, o sistema cuidar deles.

"Como Entender a Vida Inanimada de um Modo que O Prepare para a Próxima Fase da Evolução" é baseado no livro, Interesse-Próprio Vs. Altruísmo por Dr. Michael Laitman
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Se Você é um Ser Humano, então Você Consegue Mudar o Mundo em Que Vive

fevereiro 12, 2016biologia, blog, cabala, ciência, darwin, darwinismo, evolução

Desde o Princípio da Criação até ao Big Bang

A sabedoria da Cabala explica, que depois do desejo de receber inicialmente criado atravessar as fases de desenvolvimento, formando o sistema dos mundos espirituais, um Partzuf especial, chamado Adão, a alma comum primordial, foi criada.

Embora esta alma comum tenha sido criada sem livre arbítrio e sem a capacidade de se tornar semelhante ao seu Fazedor, a subsequente "quebra" deste Partzuf criou a oportunidade de desenvolvimento independente e livre, para alcançar o propósito da criação - se tornar semelhante ao seu Fazedor.

Desta forma, a quebra da alma de Adão é a nossa origem comum. Sendo um Partzuf, a estrutura de Adão era uma réplica perfeita de seu Partzuf pai (corrigido). Na quebra, Adão estendeu a estrutura dos mundos espirituais (mundos de doação) até seu ponto mais baixo — recepção definitiva.

Em consequência, tudo o que existe nos mundos espirituais também existe em nosso mundo. Por essa razão, o mesmo padrão de quatro estágios pelos quais os desejos evoluíram, seguido pelos quatro estágios de evolução dos mundos espirituais, existe em nosso mundo físico. Conforme exploramos como nosso mundo evoluiu, devemos ter em mente os desejos que o evocam e o guiam.

O tempo, como nós o conhecemos, começou há aproximadamente quatorze bilhões de anos. Da perspectiva espiritual cabalística, o “big bang” foi a quebra da alma de Adão. A razão por vermos isso como um evento material é porque vemos o mundo com olhos corporais (egocêntricos). Se pudéssemos ver da perspectiva da força que induziu essa explosão massiva a que chamamos “big bang”, veríamos isso como resultado da tentativa de Adão de receber, usando o último e maior de todos os desejos.

Qual É a Diferença entre Sobrevivência do mais Forte no Darwinismo e na Cabala?

Assim como os desejos originais evoluíram em estágios, seus paralelos mundanos apareceram e foram corrigidos um de cada vez, do mais fácil ao mais duro. Agora, como cada desejo manifesta-se em nosso universo, a Natureza, é sinônimo de Criador, deve “ensiná-lo” a trabalhar de modo a contribuir para o bem estar e a sustentabilidade do universo.

Para realizar isso, a Natureza aplica um método muito similar ao principio de seleção natural de Darwin. De fato, muitos dos principais estudiosos agora reconhecem a existência do processo de seleção natural em um período anterior ao advento da vida na Terra. O professor Ada Yonath, Prêmio Nobel em Química, fez a seguinte afirmação em uma convenção internacional que celebrava o 150° aniversário da publicação de A Origem das Espécies, de Darwin: “A sobrevivência do mais apto e a seleção natural desempenharam um papel importante do mundo pré-biótico, mesmo que essas qualidades estejam relacionadas primariamente à evolução das espécies.”

Assim como no principio de seleção natural de Darwin, o mérito de qualquer novo desenvolvimento na Natureza é julgado por sua contribuição à sustentabilidade de seu beneficiário. A diferença entre o princípio darwinista e o cabalista é o beneficiário: na teoria clássica de Darwin, os beneficiários são as espécies; na Cabalá, o beneficiário é a Natureza —o todo da Natureza, significando o Criador.

O Mundo do Egoísmo e o Mundo do Altruísmo

Se esse conceito soa um pouco artificial, pense em espécies como parte de um ecossistema. Na biologia contemporânea, é comum ver uma espécie em relação a seu meio ambiente, em vez de independente dele. E uma vez que sabemos que todos os ecossistemas estão interconectados, é fácil entender que um distúrbio em um sistema pode e irá afetar adversamente os demais sistemas do planeta.

Talvez a melhor descrição que eu tenha ouvido até hoje, explicando como a Natureza muda seus elementos de receptores do ambiente em doadores, veio da biólogia evolucionista Elisabet Sahtouris, PhD. Em uma conferência em Tóquio, em novembro de 2005, a Dra. Sahtouris afirmou: “No seu corpo, cada molécula, cada célula, cada órgão e todo o corpo têm interesse próprio. Quando cada nível (...) mostra seu interesse próprio, ele força negociações entre todos os níveis. Esse é o segredo da Natureza. A cada momento em seu corpo, essas negociações levam seu sistema à harmonia.”

Claramente, o equilíbrio e o bem estar de todo o sistema são imperativos para a sobrevivência do corpo humano. Por isso o equilíbrio é tão imperativo para a sobrevivência de cada um dos sistemas do corpo. Hoje, a visão da Natureza como um sistema e não como uma coleção de elementos separados vem ganhando terreno entre os principais pesquisadores. Isso levou ao surgimento de campos da ciência tais como ecologia, cibernética, teoria de sistemas e complexidade.

Como vimos, a Cabalá sempre considerou toda a Natureza como uma unidade única. Essa totalidade não se aplica apenas à Terra e à vida sobre ela, mas ao universo inteiro — à parte corporal e também à espiritual.

Assim, as mesmas regras que se aplicam ao mundo espiritual — o mundo do altruísmo — se aplicam a nosso mundo corporal — o mundo do egoísmo. A diferença entre nosso mundo e o espiritual é que os desejos do mundo espiritual são todos sobre doação, enquanto nós somos descendentes da quebra de Adão. Como tal, somos inerentemente egocêntricos, às vezes a ponto de esquecermos o que somos de fato.

E porque estamos tão absortos em nós mesmos, ficamos alheios aos fatos que ocorrem em níveis mais profundos, a Natureza é governada por regras altruístas. O papel da Cabalá é descobrir essas regras e apresentá-las como uma forma de entendermos nosso mundo e administrá-lo em um novo nível de consciência.

"Se Você é um Ser Humano, então Você Consegue Mudar o Mundo em Que Vive" é baseado no livro, Interesse-Próprio Vs. Altruísmo por Dr. Michael Laitman
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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Quem Chegou Primeiro - O Ari ou Darwin?

fevereiro 16, 2014ciência, evolução, genética, isaac luria

No excerto abaixo, o ARI (Cabalista Isaac Luria) descreve as fases intermediárias das quatro fases da criação, e menciona como entre o nível animal e nível humano da evolução há a fase intermédia dos macacos.

Isto levanta a pergunta, como podia o Ari, o grande Cabalista que faleceu em 1572 (três séculos antes de Charles Darwin, que é famoso por discutir este fenómeno), afirmar que os macacos são uma fase intermédia do desenvolvimento entre os animais e humanos, isto é, uma vez que os Cabalistas só escreviam sobre o que claramente alcançam e percepcionam?
A resposta está no que é conhecido como "Reshimot" (genes informativos) na Cabala. Reshimot podem ser imaginados como imagens e cenas de uma bobina de uma longa metragem (da nossa vida) que se revelam como uma corrente, de pequeno a grande, e que dão origem a tudo o que existe. 
Uma vez que Reshimot precedem e dão origem à nossa percepção, não conseguimos ver os próprios Reshimot. O que vemos é uma imagem resultante onde as espécies se originam "uma após a outra." Isto é o que o Ari explica no excerto abaixo, ou seja, a ordem do desenvolvimento deReshimot. 
O mundo foi criado pelo desejo de doar (por outras palavras, Natureza ou o Criador), e cada criatura também foi criada por este mesmo desejo de doar. A única matéria da criação é o desejo de receber, que se desenvolve e se exprime a si mesmo ao criar uma aparência externa (uma casca corpórea) de acordo com suas qualidades. Contudo, não percepcionamos as forças do desejo (ou seja, onde residem os Reshimot) e somente percepcionamos o embrulho externo. É por isso que pensamos que eles vêm um do outro. 
Aqui está o excerto pelo Ari: 
Certamente em todos estes quatro Behinot interiores há umaBehiná que os contém a todos. Ela é uma média entre cada dois Behinot e consiste de ambos. Por exemplo, os biólogos escrevem que entre o inanimado e o vegetativo há o coral, entre o vegetativo e o animado há Adnei ha Sadé (Cães da pradaria), mencionados em Masechet Kilaim. É como um cão que cresce no chão com suas narinas enraizadas no solo, do qual suga seu sustento. Quando você lhe corta seu umbigo, ele morre. Entre o animado e o falante há o macaco.

O mencionado é um excerto de  Talmud Eser Sefirot (O Estudo das Dez Sefirot) Parte 3.
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terça-feira, 9 de março de 2010

Não Podemos Mais Competir Uns Com os Outros Pois Somos Um Organismo Singular

março 09, 2010cabala, crise, darwin, evolução, globalização, laitman.com
Nas Noticias (IN The New York Times): “Perdas de Emprego Propõem uma Ameaça à Estabilidade Mundial” “Esta é a pior que tivemos desde 1929,” disse Laurent Wauquiez, ministro do emprego da França. “A coisa que é nova [sobre esta crise] é que ela é global, e que estamos sempre a falar sobre ela. Ela está em cada país, e isso faz toda a diferença.”

O Meu Comentário: É isso: a característica distintiva desta crise é que ela é global. Isto é qualitativamente, não quantitativamente, diferente. Não é apenas uma crise que atingiu muitos países, mas uma crise que atingiu todos juntos. Ela ligou todos os países do mundo ainda mais, revelando a nossa interligação a todos.

E agora todos têm de aprender sobre este fenómeno. As novas leis e qualidades da civilização de hoje podem apenas ser criadas por meios de uma completa ligação entre as todos os povos, culturas, países e nações na nossa pequena aldeia. Não seremos capazes de sair da crise sem criar estas novas qualidades.

No passado, progredimos por meio de simples competição, da maneira que Darwin o descreveu. Agora, todavia, somos um único organismo, e não podemos mais competir uns com os outros. Pelo contrário, a única maneira que podemos fazer progresso é ao nos aproximarmos mais e alcançar maior harmonia uns com os outros.

Nas Noticias (IN Atlantic Monthly): “A Ameaça Capitalista” por George Soros Há algo de errado com fazer a sobrevivência do mais forte um principio orientador de uma sociedade civilizada.

O Meu Comentário: Na verdade, não era errado no passado, mas é agora, quando todos os nossos egos individuais se uniram em um, global egoísmo. Esta mudança tomou lugar no principio do século 20. Nessa altura, Baal HaSulam escreveu que o mundo moderno inteiro já era como uma família – ver o jornal, “A Nação.”

Material Relacionado:
Laitman.com Post: Free Countries Will Have an Easier Time During the Crisis
Laitman.com Post: Darwin’s Theory No Longer Works In Our Times

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A Kabbalah Explica o Surgimento do Universo e dos Humanos

novembro 16, 2009cabala, ciência, darwin, disseminação da cabala, evolução, laitman.com

Uma pergunta que recebi: Como surgiu a matéria e de onde? Se a teoria de Darwin estiver errada, então como consegue você explicar o surgimento das diferentes espécies, especialmente o humano?

A Minha Resposta: A matéria surgiu pelos meios de uma penetração explosiva de uma faísca da Luz Superior no nível do nosso mundo. Na física este fenómeno é chamado o Big Bang. Este aconteceu há aproximadamente 15 biliões de anos atrás. Esta faísca continha toda a matéria e energia do nosso mundo. O Talmud Eser Sefirot, O Livro do Zohar, e A Árvore da Vida, escritos há centenas de anos atrás, explicam como os graus inferiores originam desta forma de um grau mais elevado.

A faísca de Luz Superior contem toda a informação sobre a sua descida de cima para baixo e depois do “Big Bang,” esta continuou a desenvolver e a realizar esta informação. Esta faísca desenvolve o universo e o ser humano, cujo objectivo é o de alcançar o estado do qual a faísca surgiu. O homem deve alcançar isto desenvolvendo-se e "elevando-se" ao longo de 125 graus espirituais, do egoísmo à qualidade da entrega e amor pelo seu vizinho.

Material Relacionado:
Laitman.com Post: The Vatican Accepts Darwin’s Theory, But Kabbalah Does Not
Laitman.com Post: Darwin’s Theory No Longer Works In Our Times
Laitman.com Post: New Research Puts the Darwinian Theory In Question
Laitman.com Post: In the News: The Biggest Physics Experiment to Date, a Black Hole, and the End of the World

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Estamos Num Ponto Critico do Nosso Desenvolvimento

novembro 09, 2009cabala, ciência, darwin, desejo, evolução, genética, laitman.com, reshimot

Evolução nunca parou e hoje alcançamos o ponto critico de transição em que o mundo está a deslocar-se de egoísta a altruísta. A Kabbalah explica que a vida na terra, a todos os níveis, atravessa o mesmo processo de desenvolvimento. Então, estudos de bactérias mostraram-nos que a certo ponto na sua evolução, as bactérias foram forçadas pelas circunstâncias a deslocarem-se de um comportamento hostil e competitivo a uma interacção pacifica.

Isto resultou na criação de organismos novos, multi-celulares, que mais tarde se desenvolveram em organismos complexos, incluindo humanos.

Um processo similar ocorre em todos os outros níveis da natureza, do inanimado ao humano. Nós também teremos de transformar de sermos grupos, nações, religiões e civilizações hostis e rivais, para uma família global. Certamente, somos conduzidos por dados internos (Reshimot – os genes espirituais para o nosso desenvolvimento) que é o mesmo que os nossos dados biológicos, revelado a nós externamente.

O processo evolucionário é explicado pela Kabbalah desta forma: A "densidade" do egoísmo (Reshimot of Aviut) aumenta constantemente, levando a que o processo de evolução tome lugar. Egoísmo cresce ao longo destes níveis:
  • 0-1 inanimado
  • 2 vegetativo
  • 3 animal
  • 4 humano
Quando o egoísmo alcança o último, nível humano do seu desenvolvimento, uma qualidade especial torna-se revelada nele: uma ligação à Fonte Superior – o mais elevado grau, o Criador, ou Natureza. Mas este ultimo quarto grau também se desenvolve gradualmente, atravessando os seus próprios, estados internos (também os estados 0-1-2-3-4). No estado final do egoísmo, o quarto estado, o homem finalmente revela a sua natureza global. Então, neste nível do desenvolvimento do homem, ele tem de começar a ligar-se à sua Fonte – o Criador. A humanidade tem de se tornar una, como o Criador.

Na superfície, uma pessoa aparece como nada mais que um sistema biológico. Mas quando este sistema alcança certo grau de seu desenvolvimento – o quarto estado de egoísmo, este promove uma “quebra de sistema” – um upgrade na organização e operação do sistema, levando-o ao próximo, nível global. É isto que estamos a testemunhar hoje na nossa sociedade.

Por outras palavras, o próximo nível do nosso desenvolvimento, o nível "espiritual" que exige a nossa equivalência com o Criador, está a começar a ser-nos revelado. Por agora, estamos apenas a começar a defini-lo, para ver que este é global e integro. Todavia, à medida que nos tornamos mais familiarizados com esta nova forma de egoísmo em nós, começamos a sentir a necessidade pelo seu preenchimento – o Criador.

Material Relacionado:
Laitman.com Post: The Vatican Accepts Darwin’s Theory, But Kabbalah Does Not
Laitman.com Post: There’s No Going Backwards In Evolution

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Porque é que os Macacos Não Vieram Das Árvores?

novembro 09, 2009cabala, ciência, darwin, evolução, laitman.com, reshimot

Uma pergunta que recebi: De onde vieram os macacos? Se os macacos e chimpanzés são a espécie mais próxima a nós, então porque é que eles ainda vivem nas árvores? Porque não vivem como nós, em casas?


A Minha Resposta: Tal como todas as espécies na natureza, os macacos vieram de Reshimot (dados informativos), que se manifestam em todas as espécies ao longo de uma sequência, começando o mais inferior Reshimo, o mais remoto do nível espiritual, até ao último Reshimo, que trás a sua espécie a total equivalência com o Criador.

Então, as manifestações sequenciais do Reshimo trás o desenvolvimento do homem de um macaco. Não foi o desenvolvimento do macaco que fez com que o homem emergisse, como Darwin acreditava, mas a realização da sequência de Reshimo.

Porém, na superfície parece que o homem realmente evoluiu dos animais. Fisiologicamente ou corporalmente, o homem nasceu de um macaco. Todavia, isto aconteceu porque um Reshimo humano surgiu no macaco – um Reshimo que é completamente estranho ao macaco.

Hoje, todos nós ainda somos animais no sentido físico, mas temos um Reshimo chamado “Ahoraim De Nefesh de Kdusha” – um ponto no coração, que podemos desenvolver até nos tornarmos humanos – Adam, ou seja “similar ao Criador.”

Os macacos não têm este Reshimo, e é por isso que eles permaneceram na mesma e ainda vivem em árvores. Porém, eu devo referir que de forma a que uma pessoa seja diferente de um macaco, não é suficiente meramente aparentar ser diferente…

Material Relacionado:
Laitman.com Post: History Is the Unraveling of Reshimot Inside Us
Laitman.com Post: Kabbalah on Evolution
Kabbalah Today Article: “Creation, Evolution and Beyond”
Lesson from Introductory Course to Kabbalah: Development of Desires
Chapter from Book Kabbalah, Science and the Meaning of Life: “The Reshimo”

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Criação do Mundo: Como Reconcilia o Genesis Com o Big Bang

novembro 09, 2009big bang, cabala, ciência, darwin, evolução, genética, isaac luria, laitman.com, reshimot, torah | biblia (antigo testamento)

Uma pergunta que recebi: Eu sou professor numa escola e estamos agora a cobrir o tópico , “A Criação do Mundo.” Acabamos de discutir a primeira parte da Bíblia, “Génesis,” e agora estamos a começar a falar sobre o Big Bang. Como posso eu explicar a aparente contradição entre a criação do mundo há 5600 anos atrás e o Big Bang que ocorreu há biliões de anos atrás?

A Minha Resposta: O Big Bang tomou lugar há 14 biliões de anos atrás. Foi causado por uma faísca de Luz Superior, que alcançou o seu nível mais inferior e se vestiu de egoísmo. Esta faísca continha toda a matéria e energia do nosso mundo, do qual todo o universo mais tarde se desenvolveu.

Então, há cerca de 4 biliões de anos atrás, o nosso planeta emergiu da condensação de partículas. Este arrefeceu durante biliões de anos até que a atmosfera e vida fossem gerados. Nada disto foi coincidência. Todas as acções e acontecimentos são a realização da informação contida naquela inicial faísca de Luz.

Depois emergiram os níveis inanimado e vegetativo da natureza, seguidos pelo nível animal da natureza e então o ser humano. Tudo aconteceu consecutivamente, tal como explicado pela teoria de Darwin, excepto que a  causa para o surgimento de cada espécie foi a informação que estava inicialmente contida na faísca de Luz.

Esta faísca inicialmente continha toda a informação sobre todo o nosso universo.

Porém, podemos apenas observar a emergência externa de uma das espécies de outra e interpretamos isso incorrectamente, pensando que as espécies evoluíram uma da outra, quando na verdade, tudo aconteceu devido à realização de genes de informação (Reshimot).

Tal como o Ari escreveu no seu livro, A Árvore da Vida, um ser humano surgiu de um macaco há centenas de milhares de anos atrás – (veja a Parte 3 de Talmud Eser Sefirot). Todavia, o primeiro Homem, ou seja a primeira pessoa a alcançar o Criador há 5769 anos atrás, foi Adão. O seu nome vem da palavra Edame, que significa “similar ao Criador.”

Nós celebramos esta data como o Novo Ano e a nossa cronologia começa dela. Isto é porque começando dessa data, dentro de 6000 anos todas as pessoas têm de alcançar o nível do Criador – a correcção completa do seu egoísmo.

Material Relacionado:
Laitman.com Post: Kabbalah, Science and Religion on Man’s Creation and Evolution
Laitman.com Post: Kabbalah Explains the Emergence of Matter, the Universe and Humans
Laitman.com Post: We Are at the Critical Point of Our Development
Laitman.com Post: Where Did We Come From?
Laitman.com Post: The Vatican Accepts Darwin’s Theory, But Kabbalah Does Not
Laitman.com Post: New Research Puts the Darwinian Theory In Question
Laitman.com Post: Darwin’s Theory No Longer Works In Our Times

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A Diferença Entre a Teoria de Darwin e a Kabbalah

novembro 09, 2009cabala, ciência, darwin, evolução, kook, laitman.com, reshimot

Uma pergunta que recebi: Eu ainda não compreendo o que você pensa da teoria de Darwin. A Kabbalah apoia-a?

O Meu Comentário: Os processos externos descritos pela Kabbalah e a teoria de Darwin coincidem, pois a evolução é óbvia. todavia, de acordo com Darwin, o mecanismo da evolução é baseado na luta pela sobrevivência, enquanto que de acordo com a Kabbalah, este é baseado na consciência dos Reshimot.

Você pode dizer que é a mesma coisa, pois os Reshimot também levam à evolução, assim como a luta e competição. Porém, de acordo com Darwin, o processo é caótico e incerto, enquanto que de acordo com a Kabbalah, tudo se movimenta através de estados precisos e definidos de desenvolvimento, onde nada é incerto. O estado inicial, todos os estados de desenvolvimento e o objectivo (o estado final) todos existem desde o inicio.

A velocidade e o processo de desenvolvimento são determinados pela participação consciente e livre do homem no processo.

É isto que Rav Kook, um Cabalista que viveu no século XX, pretendia dizer no verso que se segue, em que ele diz que a teoria da evolução se assemelha à Kabbalah mais que qualquer outra teoria:

“תורת ההתפתחות… היא מתאמת לרזי עולם של הקבלה יותר מכל התורות הפילוסופיות האחרות. הרב קוק. אורות הקודש. ח”ב, התגלות העולם סעיף יט ע’ תקל”ז

Material Relacionado:
Laitman.com Post: The Vatican Accepts Darwin’s Theory, But Kabbalah Does Not
Laitman.com Post: We Will Evolve to Acquire Power Over All of Nature
Laitman.com Post: All of Evolution Is Aimed at Making Us Attain the Upper Level of Consciousness
The Open Book: “View on Evolution from the Perspective of Kabbalah”

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