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domingo, 5 de janeiro de 2020

O Handicap do Intelecto

janeiro 05, 2020pensamento e intelecto

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Qual é a importância de nossos pensamentos || Segundo a Cabalá

dezembro 02, 2019cabala, ciência, neurociência, o mundo, pensamento e intelecto

Vamos descobrir qual é a importância de nossos pensamentos e como podemos usar sua força para melhorar nossas vidas e criar um futuro melhor.


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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

De Ser Um Observador A Um Participante

novembro 03, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto
Eu imagino constantemente a rede da nossa interconexão. Ela desaparece, mas eu continuo a tece-la na minha consciência nova e novamente até que ela permanece na minha cabeça, tornando-se parte da minha vida.

Então eu vivo nesta sensação persistente, constantemente iluminada pela nossa união. Depois disso eu desejo apenas observá-la do lado de fora, mas para entrar, para que o meu mundo se torne o sistema global de interconexão entre todas as pessoas. Logo, observação torna-se substituída por participação; eu penetro mais fundo e começo a experimentar-me a mim mesmo dentro dos amigos.

Então começa a oposição de pensamentos estranhos, desejos, e acções. Eu separo-os para ver onde eu estou ainda por corrigir, desconectado. Eles mostram-me as qualidades que carecem de uma conexão, permitindo-me a corrigir os meus defeitos.

Isto dá-me mais força, mais sensação e razão, mais detalhes na imagem do mundo, e assim eu avanço. A coisa mais importante é de descrever uma rede singular para a sua visão mental. Isto é suficiente. O resto virá por si mesmo.
[25660]   
Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 11/2/10, Escritos de Rabash

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Quebra é Parte Da Correcção!

julho 14, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto, talmud eser sefirot
Eu recebi uma carta de alguém que se está a queixar que não compreende nada na lição sobre o Talmud Eser Sefirot. Ele está ultrajado pelo facto que nós subitamente “saltássemos” para o meio do texto, para a Parte 7 de forma a estudar sobre a quebra dos Kelim (que é um costume que os Cabalistas observam antes do 9º de Av, o dia em que o Templo foi destruído), em vez de falar sobre correcção. E geralmente falando, ele ouviu que o Talmud Eser Sefirot é dirigido para pessoas que já têm realização espiritual e que os Cabalistas escreveram estes textos apenas uns para os outros.

E certamente, Baal HaSulam diz no Item 154 da Introdução a O Estudo das Dez Sefirot que os Cabalistas escrevem estes textos para os que já têm realização espiritual e que compreende sobre o que falam os textos. Caso contrário você não compreenderá uma palavra dele. Se você não sentir o texto dentro de si e o experimentar como acções tomando lugar no interior, você não compreenderá uma palavra.

É apenas possível compreendê-lo com o coração, o desejo no qual tudo isto toma lugar. Mas se uma pessoa ainda não tem o desejo que é capaz de executar acções de dar, então obviamente ela não compreende uma palavra do que está escrito.

Independentemente, Baal HaSulam criou Talmud Eser Sefirot de forma a que ele funcionasse como um remédio, sob a condição que nós desejamos alcançar o estado onde nós o sentiremos dentro de nós, quando a  “a alma do homem o ensinará.” É impossível estudar o mundo espiritual teoricamente, com a sua mente. Os Cabalistas só nos podem aconselhar como ascender para ele. Quando o estudante o faz, ele revela o Mundo Superior para si mesmo, e sua alma o ensina. Apenas quando uma pessoa alcança este nível começa ela a sentir e compreender o que está a ser discutido!

É impossível estudar sem sentir porque o homem vive ao se sentir dentro do desejo. Nós temos de estudar o que acontece dentro do nosso desejo de forma a o sentir no interior. Então nós leremos o livro e ele irá explicar-nos o que estamos a sentir. Ele também nos ensinará a como discernir uma multidão de sombras de sentimentos dentro de nós.

A ciência da Cabala é a ciência de se conhecer a si mesmo. Desta forma, é natural que inicialmente uma pessoa não compreenda nada. Você tem de tentar alcançar a sensação! Nós não estudamos de forma a memorizar o texto de cor ou para o compreender teoricamente. Nosso único objectivo é atrair a Luz que Corrige.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabala 7/13/10, Talmud Eser Sefirot

Material Relacionado:
Laitman.com Post: When Spirituality Becomes Our Life
Laitman.com Post: Switching Over To The Spiritual Perception
Laitman.com Post: Kabbalah Books Are For Everyone
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Quando Espiritualidade Se Torna A Nossa Vida

julho 05, 2010cabala, dúvidas, laitman.com, ohr makif, pensamento e intelecto
Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot, Item 3: Esta força sensorial no Animal é muito limitada em tempo e espaço, dado que a sensação não pode operar em sequer a mais curta distância fora de seu corpo. Também, ela não sente nada além do seu próprio tempo, isto é no passado ou no futuro, mas apenas no momento presente.

Acima delas está a Falante, consistindo de uma força emocional e uma força intelectual juntas. Por esta razão, seu poder é ilimitado por tempo e espaço… .

Isto é assim devido a sua ciência, que é uma matéria espiritual, ilimitada por tempo e lugar. Um pode ensinar outros onde quer que eles estejam no todo da realidade, e no passado e o futuro ao longo das gerações.

Ao lermos estes livros, nós ficamos espantados pela imensa sabedoria dos Cabalistas que os escreveram. Eles podem escrever milhares de histórias para nós sobre o mundo espiritual uma vez que este mundo está aberto para eles. Eles simplesmente contam-nos o que vêem.

Um Cabalista vê o mundo da popa à proa; ele vê todas as suas forças internas e conexões. Ele toma certa secção dele e começa a explicá-la a nós. Cada uma de suas descrições reflecte sabedoria inimaginável e é uma surpreendente descoberta para nós. Nós ficamos surpreendidos em como poderia ele saber sobre estas coisas. Contudo, ele não requer inteligência especial para isto; ele simplesmente vê esta imagem à frente dele porque ele mudou sua natureza.

Desta forma, se nós pensamos que seremos capazes de alcançar o que está escrito com nossos cérebros, sistematicamente ordenando tudo com nossas mentes, este é um grande erro. Isto não nos irá ajudar. Nós precisamos de nos elevar a um nível espiritual, e então sobre o que os Cabalistas falam se irá tornar uma parte de nossas vidas. Nós iremos compreender naturalmente que as coisas são simplesmente com os Cabalistas descreveram e elas não podem ser de outra maneira.

Nós lemos os artigos e livros de forma a atrair a Luz que Corrige. E quando nós voltamos à Fonte, todos estes conceitos irão “entrar” em nós e se tornarão óbvios para nós. Eles irão ocorrer dentro do nosso corpo espiritual.

Logo, nós não devemos desesperar que não podemos perceber todo este material com nossas mentes. Nós precisamos de desejar mudança interna para que tudo isto se torne nossa própria natureza e então nenhumas palavras serão requisitadas! Tal como é natural para mim ver pedras, animais, e as pessoas à minha volta, eu verei a  realidade espiritual tão claramente como isso. Quando o mundo espiritual for revelado a mim, ele deixará de ser uma “ciência” para mim; ele irá tornar-se simplesmente a minha vida.

Não se preocupe, ninguém nos irá testar sobre este conhecimento e exigir de nós que o memorizemos. Isto não irá ajudar de qualquer forma. Que nada permaneça nas nossas cabeças do que lemos; manter uma intenção é tudo o que importa. O resto não é importante, até se eu esquecer o que eu aprendi há um segundo atrás. É essencial nunca se esquecer sobre o objectivo e a atitude certa para os estudos.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabala 6/27/10, Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

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terça-feira, 22 de junho de 2010

O Superior Não Erra

junho 22, 2010birur (clarificação interna) e as três linhas, cabala, fé, laitman.com, pensamento e intelecto, torah | biblia (antigo testamento)
Durante a nossa jornada espiritual inteira, nós devemos continuamente progredir através de aplicar fé acima da razão. Nós desejamos alcançar percepção espiritual, entrar na área do Criador, e atrair Suas forças, que é precisamente como nós praticamos usando fé acima da razão. É então que nós não caminhamos vendados, mas somos guiados pela força de dar.


Não é a usar a minha própria mente e percepção, mas em vez disso, ser guiado por um degrau espiritual mais alto. Eu estou a caminhar junto com ele de uma maneira na qual eu aceito a mente e a percepção do Superior, exaltando-as acima e apesar das minhas. Desta forma, eu adquiro novas qualidades, mais lógicas, e superiores. Mas para mim, elas não parecem necessariamente lógicas.

Isto é o que está a acontecer connosco precisamente agora. Nós enfrentamos esse mesmo problema. Eu devo tratar meus amigos e o mundo de acordo com o principio: “Ama outros como te amas a ti mesmo.” Eu tenho de amar e me unir com eles e fazer algo comigo mesmo, não tenho? Como posso eu concretizar isso? Eu não gosto disso, e sou incapaz disso.

É aqui que eu tenho de aceitar esta condição, a lei de “fé acima da razão,” e decidir que eu o vou fazer. Eu tenho uma oportunidade de encontrar esta condição através de acção, mesmo que eu a ressinta. Está escrito sobre isto: “Nós faremos, e nós escutaremos!” É por isso que, de acordo com a Torá, o bastão de Moisés floresceu. Tudo isto ocorre através da bênção de Cima quando eu aceito a mente do Superior, que significa seguir o Criador.

Na verdade, o Criador é um degrau mais alto e não algo nebuloso. Uma criança aprende de um crescido da mesma maneira. Ela abre sua comida e literalmente apanha cada palavra, gesto, e comportamento do adulto. Não importa o que o adulto mostra, ela irá copiar tudo. É assim que ela cresce.

Nós temos de fazer o mesmo com a ajuda de uma tremenda força contra nossa natureza; nós obrigamo-nos a nós mesmo a aprender do grau espiritual mais alto. Nós chamamos a isto fé acima da razão. Essa mesma força que eu adquiro do Superior dá-me percepções, mente, e uma grande dose de conhecimento e informação. Devido ao facto que eu tenho de avançar contra o meu presente estado, isso é chamado fé acima da razão. Todavia claramente não é assim porque no nível espiritual mais alto há um desejo maior de receber prazer; logo, é também maior na intenção de dar. Obviamente, o degrau espiritual mais alto é oposto a mim e nunca parece lógico.

O Superior parece sempre estranho, confuso, e incorrecto ao inferior porque o Superior é contrário e obscuro a mim; desta forma, eu estou certo que o Superior está enganado. E apenas da experiência, nós podemos ver que o Superior não erra. mesmo se Seu comportamento parece estranho e ilógico, você simplesmente não compreende Seus cálculos. E todavia, Ele nunca erra no caminho.

Da Porção Semanal da Torá 6/11/10

Material Relacionado:
Laitman.com Post: To Believe Means To Feel
Laitman.com Post: We Learn How To Change
The Path of Kabbalah: "Faith Above Reason"
Kabbalah Moments: "Faith Above Reason" 

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domingo, 20 de junho de 2010

Nós Aprendemos Como Mudar

junho 20, 2010cabala, grupo, laitman.com, pensamento e intelecto, prece | oração
As pessoas sempre aspiram para a razão e não compreendem que realização vem apenas de acima da razão, isto é, no recipiente espiritual de fé acima da razão. Apenas lá será verdadeiro conhecimento revelado. À medida que estudamos agora os artigos de RABASH sobre o grupo e tentamos construir a nossa comunidade de Internet de acordo com os princípios que eles descrevem, nós queremos que as pessoas se ocupem a si mesmas com isso tanto quanto possível. Quanto elas entendem estes artigos não é assim tão importante. O que conta é que as pessoas trabalhem sobre eles ao longo do dia também.

Um pode ficar confuso, não compreender nada, amaldiçoar tudo isto, e querer tudo ao mesmo tempo. É mais importante para um constantemente se ocupar a si mesmo com isso. Desta forma nós atraímos a Luz que Corrige que irá mudar nossos desejos, e então nós entenderemos.

Contudo, entender não é o objectivo em si mesmo. O objectivo é levar a cabo acções correctas que nos trarão mais perto de dar. Nós não estudamos de forma a receber conhecimento; nós estudamos de forma a mudar. Caso contrário seria demasiado fácil, tal como o nosso egoísmo deseja: de agarrar o Superior, o mundo espiritual para si mesmo também.

A Torá (Cabala) inteira é nos dada por um único propósito: para corrigir a nossa natureza egoísta. Isto é, a Torá trabalha na direcção oposta, isto é contra o nosso ego. Você não trepa para a espiritualidade por si mesmo, em vez disso a Força espiritual da correcção entra em si. E você deve desejar esta força de correcção. Ela é chamada nosso Mashiach (Messias).

Claro que nós precisamos de trabalhar nestes artigos sobre o grupo; fazer um plano, escrever um breve sumário, tomar certas definições, leis, e princípios deles e usá-los para construir nosso estatuto. Todavia o que importa mais é estar empenhado nisso a toda a hora. Os resultados virão como uma consequência deste trabalho e não de compreender. Tudo dependerá de quanto nós desejamos que isto aconteça. Isto é chamado a oração (MAN).

Desta forma, trabalhar com os artigos é essencial. Porém, não deve ser trabalho para adquirir conhecimento, mas em vez disso trabalhar para os realizar.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 6/14/10, Artigo, “Faz-te a Ti Mesmo Um Rav e Compra Para Ti Mesmo Um Amigo – 2”

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Laitman.com Post: Who Should Be Saved First?
Kabbalah Moments: "Daily Article Work"
Kabbalah Moments: "Transforming Myself"

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Confie No Seu Coração

junho 18, 2010cabala, jerusalém, laitman.com, o que é cabala, pensamento e intelecto, rav
Uma pergunta que recebi: Como posso eu ter a certeza que o meu professor de Cabala é um verdadeiro Cabalista se eu tenho de avançar por “fé acima da razão?"

A Minha Resposta: Como pode você possivelmente verificar em que nível o seu professor está e se ele é ou não um Cabalista? Quem é você para examinar isto? Que ferramentas tem você e que testes pode você executar?

Talvez você deva testar quão bem ele sabe teoria e o Talmud Eser Sefirot? Mas todos se recordam da história de Baal HaSulam sobre os “cabalistas” que ele conheceu em Jerusalém. Eles conheciam todos os livros do ARI e o inteiro Livro do Zohar de cor. Se eles escutassem o principio de uma frase eles continuá-la-iam até ao fim de um capitulo.

Todavia prova isso que eles eram Cabalistas e que tinham alcançado a espiritualidade? Eles eram apenas um computador com uma boa memória. Além de conhecimento teórico e a habilidade de o apresentar habilidosamente, não parece haver outro critério para estar certo. Como você testa se você não tem as ferramentas adequadas?

A espiritualidade existe em propriedades que você ainda não possui e isto torna-o incapaz de determinar se outras pessoas têm essas propriedades espirituais ou não. Além do mais, qualquer Cabalista se pode ocultar a si mesmo também. Até para outro Cabalista, outro pode “camuflar-se” a si mesmo à medida que o outro não reconhecerá ou sentirá nada.

É por isso que a única maneira de verificar alguém é com o seu próprio coração. Você deve abrir o seu coração para si mesmo, nunca se enganar a si mesmo, e então ver se você está pronto para seguir esta pessoa sem arrependimento ou coerção própria, e sem lutar com suas dúvidas.

Podem haver certas coisas com as quais você não concorda, mas você avança de qualquer maneira de forma a lhes dar uma oportunidade. Você pode não gostar da sua maneira de ensinar ou seu comportamento, mas você está pronto a verificar os princípios que ele usa e porquê.

É você o que tem de investigar; mais ninguém o pode fazer em vez de si. Em quem mais pode você confiar? Não há diferença entre acreditar no seu professor e confiar numa pessoa que lhe conta coisas sobre ele. Na palavra de quem pode você confiar? “Confiar em alguém” significa usar “fé acima da razão" e confiar que o seu professor está na espiritualidade e sabe sobre o que está a falar.

É por isso que apenas o seu coração lhe pode dar uma pista. Como se diz, “Um deve sempre aprender onde o coração de um deseja.” É necessário calcular exactamente o que o seu coração quer e então evitar as opiniões de outras pessoas para que você possa confiar na sua escolha.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 6/13/10, Artigo,  “Faça de Si Mesmo Um Rav e Compre Para Si Mesmo Um Amigo – 2”

Material Relacionado:
Laitman.com Post: You Are The Only One Who Can Find The Truth
Laitman.com Post: Kabbalah Is A Science Where You Verify Things For Yourself
A Guide to the Hidden Wisdom of Kabbalah: "Finding the Right Teacher"
ARIfilms: "Spiritual Teacher – Kabbalah"

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terça-feira, 25 de maio de 2010

Quando o Coração Compreende

maio 25, 2010cabala, jerusalém, laitman.com, pensamento e intelecto, zohar
O Zohar, Capitulo “VaYikra (O Senhor Chamou),” Itens 147-149: A Yod do Sagrado Nome conecta-se em três laços. Por esta razão, há uma ponta nele em cima, uma ponta em baixo, e uma ponta no meio, dado que três laços se penduram nela. A ponta acima é Keter superior, acima de todos os superiores, a cabeça de todas as cabeças e encontra-se em cima de todas elas…A ponta do fundo é a outra, a ponta do fim da Yod. Ela é Bina, a cabeça para regar o jardim, Malchut. Ela é a fonte de água da qual todas as plantações são regadas, dado que todos os Mochin de ZON e BYA se estendem de Bina….

A letra “Yod” é Chochmá do mundo Atzilut, sua “mente escondida.” Através do ponto superior entra a Luz do Infinito, e através de seu ponto do fundo sai a Luz de Bina, fluindo através de Zeir Anpin; ela rega o jardim, Malchut.

Seria possível descrever o sistema inteiro em detalhes como este, mas nós estamos a estudar O Zohar de forma a incitar a Luz que Corrige, não para estudar certa teoria seca. Nós estudamos O Zohar não para ganhar conhecimento teórico da espiritualidade, mas para na verdade a experimentar! Quando nós começamos a sentir o que O Zohar nos está a contar, nós iremos sentir o dar e recepção dentro de nós e a diferença entre eles; apenas então seremos nós capazes de ler e desvendar o quadro todo, que irá aparecer como sensações. Nós iremos estudar O Zohar de forma a compreender o que estamos a sentir! Então eu irei começar a estudar Cabala como uma ciência; eu irei acrescentar mente aos meus sentimentos.

Mas primeiro eu tenho de receber a sensação! A mente segue-se. Caso contrário, ela seria simplesmente razão teórica sem qualquer compreensão prática. Nós ficaríamos presos nestes diagramas e permaneceríamos neste mundo para intelectualizar, como se nós soubéssemos o que está a acontecer “lá” no mundo espiritual.

Mas nós não precisamos de saber o que lá está a acontecer: Nós temos de estar lá! Há uma grande diferença entre os que estão a percepcionar o mundo espiritual e os teóricos que só estão a aprender sobre isso em O Zohar. Os últimos são o tipo que Baal HaSulam encontrou em Jerusalém quando ele chegou a Israel. Eles estavam a estudar O Zohar e conheciam todos os seus livros e escritos do ARI de cor. Mas quando ele lhes perguntou se eles o percepcionavam, eles responderam: “Não há nada para percepcionar lá! Nós só memorizamos o texto.”

Mas para nós, em primeiro lugar, é importante alcançar a habilidade de percepcionar o mundo espiritual: O Zohar tem de entrar em nós, e nós devemos começar a viver nele. Então, nós iremos estar a estudar o que nós sentimos e como mudar estes sentimentos, como caminhar na espiritualidade.

Nós não podemos investigar o que nós não percepcionamos. Dado que nós somos a matéria da vontade de receber, nós devemos percepcionar a realidade dentro dele. Apenas então seremos nós capazes de estudar o em que consiste a nossa percepção.

Bina deriva da palavra “Havana,” compreensão, como está escrito, “o coração compreende.” É por isso que nós estudamos O Zohar, de forma a sermos capazes de dar e percepcionar o Criador. Mais tarde, eu e você discutiremos cada página de O Zohar, e nós veremos quanto ele contém, a inteira sinfonia de sentimentos.

Da 1ª primeira parte da Lição Diária de Cabala 5/23/10, O Zohar

Material Relacionado:
Laitman.com Post: Searching For Spiritual Sensations
Laitman.com Post: On The Waves Of Spiritual Attainment
Moments From The Daily Kabbalah Lesson: “Learn To Feel”

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Andar à Volta Em Círculos é Avançar Para a Frente

abril 15, 2010cabala, dúvidas, laitman.com, pensamento e intelecto, zohar
O Zohar, Capitulo “Tazria (Quando Uma Mulher Pare),” Item 158: Quando aflição entra na casa, o espírito da impureza que estava na casa aparece, e eles lutam um com o outro.

Toda esta guerra ocorre dentro de uma pessoa.

Inicialmente parece que o espírito da impureza que foi coberto reapareceu, e a aflição que foi revelada foi coberta. Posteriormente, parece que uma aflição foi revelada na casa e que o espírito da impureza foi coberto. Está escrito sobre isso, “Virão e dirão ao sacerdote,” pois isso é uma palavra de sabedoria.

Na espiritualidade, nós avançamos sempre para uma maior sensação. O que me pareceu bom a mim ontem parece-me mau hoje. Isto não significa que eu desça. Em vez disso, andar à volta em círculos desta maneira leva-me ao meu próximo estado.

Ontem eu pensei que eu alcancei correcção. Porém, alguns minutos passaram e a próxima fase surgiu com uma nova Luz brilhando (chamada um “novo dia”). Isto faz-me ver que o meu anterior estado não era bom, mas mau. Eu não sinto mais que ele era o mesmo estado bom que eu tinha anteriormente. Aos meus olhos ele tornou-se um estado mau dado que eu começo a avaliá-lo do ponto de vista do dar maior.

Uma pessoa pode pensar que ela não está a chegar a lado nenhum ou até a regredir, mas na verdade ela está sempre a andar em frente. Ontem ela pensava que ela tinha subido, ao passo que hoje ela sente que ela desceu. Na realidade, ela não desceu. Ela está situada na mesma ascensão que ontem, contudo, é assim que ela define o seu estado hoje e ele torna-se um trampolim para a próxima ascensão.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Não Tenha Medo de Ficar Confuso

abril 14, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto, talmud eser sefirot
Uma pergunta que eu recebi: Quanto mais você explica a estrutura dos mundos espirituais, mais confuso eu estou. Porque acontece isto?

A Minha Resposta: Imagine que eu vou a um doutor e lhe digo sobre alguns dos meus sintomas externos. Ele pede-me para atravessar testes médicos, verifica os resultados, e discute-os com outro doutor. Quando eles falam entre eles, eu não compreendo nada embora eles estejam a falar sobre mim, as minhas sensações, e minha saúde. Isto é porque a sua discussão sobre mim é num nível mais interno e completo, sobre o que está na verdade a ocorrer dentro de mim.

Então eles dão-me um comprimido; o seu conteúdo é também desconhecido a mim. Eu tomo-o, simplesmente confiando que eles e o comprimido prescrito me irá ajudar. É claro, eles confundiram-me com a sua discussão técnica de medicina e eu nunca devia te-los escutado. Todavia, no nosso mundo o comprimido irá funcionar independentemente do seu entendimento do que o doutor diz.

Aqui durante o estudo, eu leio o que estes “médicos” Cabalistas escrevem sobre mim: um Cabalista escreve para outro descrevendo o que acontece internamente às almas no sistema onde as almas têm de se corrigir a si mesmas. É claro, eu não compreendo nada sobre isso! Contudo, porque eu fico envolvido nesta história e quero compreender e senti-la, eu ligo-me a eles e fico mais perto de me tornar como eles.

Se eu me quero tornar um “médico” como eles, eu uso a minha ligação com eles e aprendo. Se eu me sinto confuso mas quero perceber a essência, se eu sinto que o livro explica a correcção da minha alma, eu não tenho escolha. Eu devo aprender sua linguagem (como o Latim usado no campo da medicina) e então eu compreendo sobre que estão eles a falar.

Os Cabalistas escreveram estes livros para os seus companheiros Cabalistas. Eles falam entre eles mesmos na linguagem que eles compreendem porque esta linguagem explica mundos diferentes e conceitos espirituais. Neste ponto, eu não compreendo o que eles pretendem de todo.

Porém, se eu aspiro a compreender o que eles me ensinam, e eu me esforço para o viver e sentir, então eu abro estes livros e tento entrar neles. O nível do meu entendimento não importa. O que importa é querer entrar no interior com meus sentimentos, em vez da minha tentativa de compreendê-lo com a minha mente externa. Eu tenho de pedir pela revelação.

Eu tenho de ver sobre que escrevem eles. Eles descrevem o que eles vêem e sentem, e eu tenho de querer sentir isto também. É por isto que a minha falta de entendimento, visão, e sentimento me irão empurrar apenas para avançar.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 4/2/10, Talmud Eser Sefirot

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Laitman.com Post: Thank The Creator For Disturbances
Laitman.com Post: The Fishnet For The Upper Light
Laitman.com Post: How To Use The Opportunity Presented By The Zohar

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quinta-feira, 11 de março de 2010

A Mente é Um Servo Dos Desejos

março 11, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto
Uma pergunta que recebi: Qual é a ligação entre a mente e o coração? Deve uma pessoa mantê-los em equilibrio um com o outro? E como é possível aumentar ou diminuir um deles? Numa das suas lições você disse que uma pessoa cuja mente não está desenvolvida pode enlouquecer. Pode você explicar isto em mais detalhe?

A Minha Resposta: A base para tudo, a única criação – é desejo. Então, o desejo é primário em nós. Mas de forma a alcançar o que nós desejamos, a mente desenvolve-se lado a lado com o desejo, correspondendo a ele. Consequentemente, não importa quando possamos resistir ao facto, a mente é um servo do desejo; ela desenvolve-se apenas de forma a servir o desejo.

Desta forma nunca conseguiremos fazer as nossas mentes objectivas, independentes dos nossos desejos. Contudo, nós podemos mudar os nossos desejos sob a influência do meio ambiente (ver artigo “A Liberdade”), e de acordo com os novos desejos iremos também forçar as nossas mentes a mudar. Se compreendemos isto, então sob a influência do ambiente certo (um ambiente que nos conduz para o objectivo da criação), podemos sempre desenvolver ambos nossos desejos e nossa mente harmoniosamente.

Se uma pessoa tem grandes desejos mas sua mente não é desenvolvida o suficiente para os actualizar, ela pode perder a habilidade de se controlar a si mesma sensitivamente.
 
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De Onde Vêm os Nossos Pensamentos?

março 11, 2010cabala, ciência, laitman.com, pensamento e intelecto
Uma pergunta que recebi: Em termos de física quântica, o universo consiste de energia. Desta forma tudo, incluindo os pensamentos, são também energia. De onde vêem os nossos pensamentos, e porquê/como pensa (atrai) cada individuo os seus próprios pensamentos particulares?

A Minha Resposta: Existem duas forças compreendendo tudo na existência: recepção e dar. Tudo ocorre entre estas duas forças. Aprendemos sua natureza ao revelá-las por nós mesmos, pois consistimos de ambas.

A interacção destas duas forças dá origem aos nossos desejos, e os desejos trazem consigo pensamentos de como obter o que desejamos. Uma pessoa pode influenciar os seus desejos ao se colocar a si mesma conscientemente sob a influência de um ambiente, isto é pessoas ou almas (desde que um já consiga percepcionar as almas). É assim que uma pessoa pode intervir no seu próprio destino.

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terça-feira, 2 de março de 2010

Não Há Tal Coisa Como Demasiado Sentimento

março 02, 2010birur (clarificação interna) e as três linhas, cabala, laitman.com, pensamento e intelecto
Uma pergunta que recebi: Como podemos nós combinar intelecto e sentimentos?


A Minha Resposta: Há uma abordagem académica largamente usada nas escolas e universidades para transmitir conhecimento. Frequentemente, contudo, sem envolver os nossos sentimentos, somos incapazes de compreender os nossos professores. Por exemplo, quando estudando música, uma pessoa tem de a escutar dentro de si mesma. Ela tem de diferenciar entre as suas sombras e nuances mais diminutas. Por outras palavras, os seus sentimentos têm de andar juntos com seu intelecto, que, por sua vez, irá fazer os seus sentimentos trabalhar.

O material de construção da sabedoria da Cabala são sentimentos, não intelecto, porque a matéria da criação é desejo. Desta forma, temos de desenvolver o nosso desejo, tornando-o mais sensível e mais complexo. Temos de o preencher com impressões, alavancas, e "células" das emoções mais minúsculas e delicadas. Da mesma maneira, quando uma pessoa não é especialista em vinhos experimenta um vinho de 200 anos, ela não será capaz de detectar as mesmas nuances que o especialista que irá experimentar um raio inteiro de sensações únicas. Todavia, o perito de vinho não nasceu dessa maneira; ele desenvolveu este paladar rico na provação de vinhos. Temos de fazer exactamente a mesma coisa. Temos um ponto no coração, que é o impulso inicial para algo. Mas para o quê? Isso é algo que não sabemos ainda pois não podemos discernir os detalhes dentro das nossas aspirações.

Então, é essencial para uma pessoa desenvolver o seu ponto no coração. Ela tem de o fazer mais volumoso para que ele tenha espaço suficiente para acomodar os muitos detalhes da percepção espiritual. Ele tem de se tornar capaz de todas as respostas internas, em profundidade, altura cores, e sabores do sentido espiritual. Este desenvolvimento ocorre através da sua aspiração para o objectivo espiritual. Milhares de sentimentos irão aparecer assim que possamos sentir. De forma a concretizar isto, precisamos de aspirar para a Luz, de ansiar para que a Luz desça sobre nós nós, nos corrija, e nos torne similar a ela.

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segunda-feira, 1 de março de 2010

A Mente é Inútil a Menos que Dependa de Sentimentos

março 01, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto
Quando Baal HaSulam explica O Livro do Zohar usando a terminologia da Cabala, ele procura providenciar uma explicação que irá desenvolver a nossa alma e sensações em vez de nossa mente. Isto é, certamente, um desafio pois a linguagem da Cabala é muito precisa, lógica, cientifica, e seca e desta forma, uma pessoa enfrenta a armadilha de se tornar demasiado absorta nela mentalmente. A pessoa moderna é inclinada a procurar uma explicação cientifica usando a mente terrena em vez de sentir o Mundo Superior dentro dos seus desejos corrigidos.


Como resultado, quando uma pessoa escuta uma explicação, ela é atraída para Klipa. Se ela aceita tudo numa base puramente racional e começa a providenciar explicações sobre o que está a acontecer sem o relacionar à correcção das suas sensações, então ela não irá aspirar para a realização espiritual. Ela irá ficar satisfeita com as explicações no nível da sua razão terrena, e isso irá impedir o seu progresso espiritual. Além do mais, ela irá avançar para confundir outros que não compreendem que as suas belas palavras não contêm qualquer realização espiritual, mas apenas conhecimento abstracto.

Era por isso que o meu professor Rabash conduzia as suas lições de uma maneira que causava os seus estudantes a saírem das suas lições confusos, sem compreender nada. Eles não aspiravam a adquirir puro conhecimento, mas esperavam adquirir a habilidade de sentir o que liam. Há também uma abordagem diferente ao ensinar a Cabala em que um estudante rejubila depois da lição sobre receber certo conhecimento e ser capaz de ligar tudo lindamente numa imagem singular do mundo. Estas são duas abordagens completamente diferentes.

Em qualquer dos casos, a vida irá colocar tudo no seu lugar legitimo. A crise global, sofrimento, problemas, e o desenvolvimento do egoísmo irão trazer um fim ao nosso interesse superficial na ciência. As pessoas irão tornar-se mais espertas e aperceber-se que conhecimento abstracto não lhes serve de nada pois ele não providencia quaisquer soluções aos seus problemas. Temos de revelar e sentir a espiritualidade, em vez de fabricar teorias baseadas em coisas escritas em livros.

Quando a mente trabalha baseando-se em sentimento e realização, revelamos verdadeiramente a natureza, o Criador. Contudo, quando a mente continua a crescer em vez de alcançar verdadeira realização, isto é descrito pelo verso, “O conhecimento de um excede as suas acções” (Chochmáto Merubeh Mi Maasav) e isto impede o desenvolvimento de uma pessoa. Ela começa a ser uma sabe tudo embora esteja na verdade em completa escuridão e não sinta do que fala.

Desta forma, é meu desejo prevenir cada pessoa de se deixar levar por comentários especulativos, e de ajudar todos a aspirarem apenas à auto-correcção e realização da verdadeira revelação.

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Entrando Na Espiritualidade Por Um Estreito Gargalo

fevereiro 16, 2010cabala, laitman.com, machsom, pensamento e intelecto, zohar
De forma a me conduzir para o mundo espiritual, os autores de O Zohar e outros Cabalistas tinham de construir um sistema multi-nivelado. Este é uma entrada que me permite entrar na espiritualidade camada por camada enquanto me adaptando a cada nível, libertando-me a mim mesmo de certos estereótipos e hábitos, e ganhando uma nova visão geral. É como se eu tenha de passar por um estreito gargalo e tomar a sua forma; caso contrário não serei capaz de entrar.

O sofrimento empurra-me por trás, ao passo que a importância do objectivo espiritual me atrai da frente. É assim que abro o meu caminho para o interior, continuamente assumindo uma forma que é mais apropriada para o novo mundo que tenho de revelar.

Desta forma, estamos ainda por revelar muitos mais filtros purificadores dentro do texto de O Zohar. Eles irão forçar-nos a nos tornarmos quadrados, ou redondos, ou triangulares, e a tomar todos os tipos de formas e modelos até que passemos por todos eles e entremos para o interior. Iremos encontrá-los em todos os níveis de nossa mente e sentimento, assim como na nossa visão geral e entendimento. Estamos sempre a atravessar tipos diferentes de matrizes e cada novo filtro faz algo novo a nós até que nascemos finalmente no mundo espiritual. É assim que o nascimento espiritual acontece.

É por isso que encontramos tantas coisas confusas e repulsivas no texto. É impossível atravessar este material usando métodos de estudo regulares e os esforços mentais vulgares. Iremos ser capazes de ver porque tudo aconteceu apenas se a Luz Superior nos influenciar e mudar.

Haverão obstáculos à nossa frente que irão simplesmente desaparecer no ar. É como houvesse uma fronteira à sua frente  (um Machsom), e então subitamente, ela desaparece! Havia certa espécie de imagem ou abertura, e você subitamente atravessa-a, tomando a sua forma.

É assim que funciona. Desta forma, os problemas não podem ser solucionados usando a lógica e razão, dado que não compreendemos uma palavra deste texto correctamente.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Você Não Se Pode Testar a Si Mesmo Na Espiritualidade

fevereiro 15, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto
Não devemos contemplar em demasia os estados de desenvolvimento em que estamos. Pensamos que quanto melhor compreendemos e sentimos o material, mais iremos avançar, mas isto é incorrecto.

Algumas pessoas são sensíveis, ao passo que outras são racionais e inteligentes. E existem os que são limitados em ambos os aspectos. Isto não importa porque não estudamos com a mente. Em acrescento, uma pessoa sensível não recebe necessariamente as impressões certas para o avanço.

Avanço não é de todo dependente em quão bem sentimos ou compreendemos o material. Sucesso depende apenas dos nossos esforços, como está escrito: "Eu trabalhei e achei."

Não há maneira de testar o nosso avanço similar a como o fazemos com todas as outras coisas no nosso mundo. Não podemos verificar se sentimos os sentimentos certos ou não ou completamos certas acções com sucesso ou o contrário. Nenhum destes critérios existem na espiritualidade. Esqueça sobre todos os sistemas deste mundo. Eles não significam nada em respeito ao espiritual.

Na espiritualidade, apenas o esforço conta. Está você a aplicar-se verdadeiramente na completa medida? É isso que sela o acordo. É a chave para o sucesso. Não há nada mais.

Nada mais é tomado em conta. Não importa quantos bons ou maus estados você experimentou ou quantos golpes você enfrentou - todos estes não significam nada. Em cada momento você deve pensar apenas sobre os seus esforços – a que medida pode você forçar-se a si mesmo a se ligar com o Criador através do grupo? Isso é o dar no mais puro sentido.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Consegue Você Provar O Zohar?

janeiro 26, 2010birur (clarificação interna) e as três linhas, cabala, laitman.com, pensamento e intelecto, zohar
taste Uma pergunta que recebi: Você falou de dois tipos de busca interna enquanto lendo O Livro do Zohar. Uma é mais racional, em que olhamos para dentro de nós mesmos pelo que ele diz. O outro tipo de busca é sensorial em que tentamos sentir tudo o que ele diz. Contudo, estou a tentar sentir algo. Eu descubro que não sinto nada. Estou a tentar descobrir algo dentro de mim mesmo, mas não descobri nada. Que devo eu fazer?

A Minha Resposta: Continue a procurar. Você deve desejar encontrar dentro de si tudo o que O Zohar fala sobre. Tudo isso está dentro de si, incluindo o Criador, o homem, animais, peixes, o mundo, montes, montanhas, árvores, crocodilos, e não importa o que mais.

Não há uma única palavra que descreva algo fora de si. Porque é assim? Toda a palavra consiste de letras, sendo as letras desejos ou vasos de recepção – Kelim, que estão ordenados de acordo com as Luzes. Isto é o que você deve desejar sentir.

O desejo é representado por uma palavra, mas ele já existe. Você deve desejar saber esta palavra e senti-la, de estar na verdade dentro das letras, que são desejos cheios de Luz. Cada palavra é um modelo ou uma ligação entre si e o Criador, a Luz Superior. Você tem de desejar sentir este modelo dentro de si e descobrir: onde está ele?

É similar a como quando você lê a palavra "limão," você pode imediatamente começar a sentir o sabor do limão na sua boca. Bem, você deve desejar sentir algo quando você lê da mesma maneira em O Livro do Zohar, sem contemplação adicional.

Nós experimentamos sentimentos que são comuns a todos nós; por exemplo, cada pessoa no mundo irá sentir o mesmo quando ela escuta a palavra "limão." Nós podemos falar com cientistas e eles irão explicar porque é que sentimos o sabor do limão e quais são os seus ingredientes químicos. Mas quando perguntamos aos Cabalistas, eles irão dizer-nos o que "limão" significa do ponto de vista da Cabala. Se perguntarmos a uma dona de casa, ela irá dizer-nos como usar um limão para preparar comida. Mas em qualquer caso, todos têm um entendimento comum do que é um limão.

Similarmente, quando lemos O Livro do Zohar, devemos principalmente desejar alcançar uma sensação comum. É assim que iremos alcançar uma revelação mais profunda, mais detalhada à medida que avançamos ao longo de todas as quatro fases e investigamos as raízes. Mas tudo isto tem de ser revelado naturalmente, isto é, pela nossa aspiração pela Luz. A Luz irá, por sua vez, influenciar o nosso desejo de descobrir a raiz das nossas sensações, ou porque é que sentimos da maneira que sentimos.

Depois das sensações, você começa a revelar o seu intelecto. Então você pode dizer que quando você escuta a palavra "limão," a onda de som desta palavra alcança a membrana da sua orelha e vai para o seu cérebro, em que é comparada à informação que está alojada na sua memória. Isto, por sua vez, desencadeia um certo sinal e como resultado você pode verdadeiramente sentir uma fatia de limão na ponta da sua língua.

Na sabedoria da Cabala, todavia, compreensão é o resultado do desenvolvimento dos nossos desejos em vez do resultado de um processo de aprendizagem, como acontece neste mundo.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Aumente a Sua Frequência Espiritual

janeiro 25, 2010birur (clarificação interna) e as três linhas, cabala, laitman.com, pensamento e intelecto, torah | biblia (antigo testamento), zohar

Uma pergunta que recebi: No início da aula, peguei num pedaço de papel e comecei a anotar cada vez que os meus pensamentos se desviaram da lição. Depois de quinze vezes, eu desisti completamente e parei de verificar.

Minha Resposta: Por que parou? Muito pelo contrário, teria sido muito melhor se estas "entradas e saídas" lhe tivessem acontecido mil vezes por segundo. Está escrito: "A Torá virá de Sião", onde a palavra "Sião" (Tzion em hebraico) deriva da palavra "saída" (Yetzia).

Quanto mais vezes a sua mente se desliga da lição e volta para ela novamente, mais você avança. É como na engenharia: quanto mais avançamos, mais altas são as frequências que utilizamos.

Esta frequência indica a quantidade de distinções internas que você percebe num segundo. Você pode processá-las e vivê-las, a fim de adquirir novas informações, sensações e nível espiritual. É assim que a quantidade se transforma em qualidade.

Portanto, não se desculpe sobre as muitas entradas e saídas de experiência durante a aula. Pelo contrário, quanto mais, melhor!

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Dualidade e a União Do Trabalho Espiritual

janeiro 19, 2010cabala, laitman.com, pensamento e intelecto, percepção da realidade, zohar

É me dito que tudo existe dentro de mim, incluindo todas as pessoas e toda a realidade. Contudo, por outro lado é me dito que eu preciso de me unir com as outras almas que existem algures fora de mim. Há obviamente certa dualidade pela qual estamos a ser presentemente desafiados. Porém, ao ler e tentar penetrar O Livro do Zohar, irá concertar tudo e resolver estas confusão interna que temos.


À medida que nos esforçamos para revelar a nossa alma e para imaginar que o mundo inteiro está dentro dela, começamos a compreender a necessidade de ligação entre almas. Desta forma, começamos a procurar pessoas como nós que também aspiram ao objectivo espiritual. Então tentamos criar um sistema de ligação entre nós em que iremos revelar o Criador. E então a espiritualidade é finalmente revelada a nós, mesmo no seu próprio primeiro grau, começamos a compreender como estamos ligados um ao outro.


Neste momento, percepcionamos a realidade apenas de um lado, que é inútil e falso. Não podemos imaginar o segundo lado ou as ligações entre os dois lados. Então, quanto mais estudamos, mais confusos nos tornamos, mas isto é bom porque é o caminho para a compreensão. Precisamos de ficar confusos de forma a mais tarde compreender. Da falta de correcção, chegamos à correcção.


Por agora, precisamos de imaginar que os estudos desenvolvem a alma individual em cada pessoa, e o nosso trabalho prático uns com os outros, estamos a tentar unir os pontos no coração em prol de um objectivo: a revelação do Criador. Juntamente com o ponto no coração, cada pessoa tem a sua própria parte de egoísmo, mas nós cancelamos-a em prol de alcançar o objectivo espiritual.

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