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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

A Solução - Ep.02 - A Doutrina Socioeconômica de Baal haSulam

janeiro 14, 2020Conexões humanas, desafios globais, desenvolvimento sustentável, equilíbrio coletivo, harmonia social, interdependência, mudanças sociais, transformação social

Explorando desafios internos e coletivos com foco na harmonia entre realidade e conexões humanas, apresentando ideias que despertam reflexões sobre mudanças profundas e caminhos para um equilíbrio funcional e sustentável.

O programa apresenta uma análise aprofundada dos escritos de Baal HaSulam sobre a estrutura socioeconômica ideal, conforme exposto na obra A Última Geração. Ele discute os fundamentos de uma sociedade que opera em equilíbrio com as leis da natureza, promovendo justiça e igualdade. Nesse modelo, a economia é vista não como um fim em si mesma, mas como uma ferramenta para organizar a vida humana de maneira harmoniosa e sustentável.

Baal HaSulam propõe um sistema onde o trabalho e seus frutos são distribuídos equitativamente, eliminando disputas e desigualdades. Ele defende que o desenvolvimento humano deve ser guiado por valores coletivos, em que cada indivíduo contribui de acordo com suas habilidades e recebe o necessário para viver dignamente. Essa visão transcende as ideologias políticas tradicionais, sendo fundamentada em princípios espirituais que refletem as interconexões da humanidade.

Outro ponto essencial abordado é a necessidade de uma educação integral, que ajude as pessoas a compreenderem a interdependência entre os indivíduos e o impacto de suas ações no sistema global. A educação não deve apenas transmitir conhecimentos técnicos, mas formar indivíduos conscientes de seu papel na construção de uma sociedade equilibrada.

O programa também analisa como conceitos como inveja, honra e competição podem ser redirecionados para o benefício coletivo. Em vez de gerar divisões, essas forças humanas naturais podem ser transformadas em motores para o progresso social, incentivando a contribuição mútua e o avanço coletivo.

A visão de Baal HaSulam vai além de um sistema econômico. Ele descreve um futuro em que a humanidade transcenda seu egoísmo, alcançando um estado de unidade e harmonia. Esse modelo reflete não apenas a necessidade de atender às demandas materiais, mas também de cultivar um senso de propósito compartilhado.

Por fim, o programa destaca a relevância contemporânea desses conceitos, especialmente diante das crises globais. A transição para esse novo modelo não é apenas uma solução prática, mas também uma oportunidade de transformação espiritual e social. Ao alinhar economia e espiritualidade, a humanidade pode criar um futuro sustentável e justo para todos.

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Curso Sabedoria da Conexão

janeiro 14, 2020Conexão humana, cursoconexao, Dr. Eli Vinokur, evolução social, harmonia, interdependência, sabedoria da conexão, sociedade conectada

O curso de Sabedoria da Conexão, apresentado pelo Dr. Eli Vinokur, explora a interdependência humana e a importância da conexão para a construção de uma sociedade harmoniosa e conectada, com base em princípios evolutivos e sociais.


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Induzindo Consciência: O Sucesso Coletivo em um Mundo Interconectado

fevereiro 17, 2017Consciência Coletiva, Educação Integral, Induzindo Consciência, Interconexão, interdependência, Leis Modernas da Vida, Mundo Global, Sucesso Coletivo, sustentabilidade

Introdução à Seção: Induzindo Consciência

🌍 Mergulhe na compreensão profunda do nosso mundo interconectado com a seção "Induzindo Consciência"! Aqui, reunimos vídeos que exploram a educação integral e as leis fundamentais que regem nossa sobrevivência coletiva. Através de insights sobre interdependência e colaboração, esta seção visa despertar a consciência sobre como nossas ações impactam a sociedade e o planeta. Prepare-se para uma jornada de transformação e conscientização! 🌱



Vídeo em Destaque: A Lei do Sucesso

🎥 A Lei do Sucesso - A lei do sucesso num mundo globalizado é a de que o indivíduo considera o sucesso da sociedade equivalente ao seu próprio sucesso. Este vídeo faz parte do conjunto "Leis Modernas da Vida Global" e explora como a interconexão entre indivíduos e sociedade é crucial para um futuro sustentável.




Link para Ver Mais Vídeos:

A Lei da Motivação
O Que Nós Sabemos!? em São Francisco
A Lei da Necessidade
A Lei do Propósito
Transformando-nos a Nós Mesmos, Transformando o Mundo
A Lei da Interdependência
Em Direcção À Consciência Integral
Criando uma Nova Civilização
Sabedoria em Acção
O Propósito da Criação
A Mesa das Livre Vozes
União na Sua Língua 
Encruzilhada: Dores de Parto de Uma Nova Visão do Mundo (Documentário Completo)



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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Leis Modernas da Vida Global: Sabedoria para um Mundo Interconectado

janeiro 30, 2017bem-estar coletivo, cabala, interdependência, Lei do Sucesso, Leis Modernas da Vida Global, Mundo Global, sabedoria espiritual, sociedade, sucesso, Sucesso Coletivo, sucesso individual, unidade

"Leis Modernas da Vida Global" explora os princípios universais que governam a interconexão entre as pessoas e as nações. Nesta série, você descobrirá como as leis da interdependência e da unidade influenciam o sucesso pessoal e coletivo. Com base na sabedoria cabalística, os vídeos oferecem uma visão transformadora sobre o papel de cada indivíduo no mundo globalizado.

"Lei do Sucesso" revela como o verdadeiro sucesso só pode ser alcançado quando entendemos a interconexão entre o bem-estar individual e o coletivo. O vídeo explica como o sucesso de cada um está diretamente ligado ao sucesso da sociedade e como a unidade é a chave para alcançar uma vida próspera e equilibrada. Descubra como essa lei pode transformar sua visão sobre o que significa ter sucesso.

🌍 Veja mais vídeos e descubra as leis que governam nossa vida global interconectada!

‪Leis Modernas da Vida Global em HD - Lei do Sucesso
Leis Modernas da Vida Global em HD - Lei da Motivação
‪Leis Modernas da Vida Global em HD - Lei da Necessidade
Leis Modernas da Vida Global em HD - Lei do Propósito
‪Leis Modernas da Vida Global em HD - Lei da Interdependência


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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Liberdade Num Circuito Fechado, Existe?

fevereiro 22, 2016blog, democracia, europa, frança, fraternidade, global, interdependência, liberalismo, liberdade, mundo, mundo ocidental, neoliberalismo, política, terrorismo, valores ocidentais



Não há uma lamina de grama abaixo que não tenha um anjo no alto que a golpeie e lhe diga, ‘Cresce!’ 
Midrash Rabá, Beresheet 10:6

Os animais podem mostrar-nos que há uma qualidade da Natureza que realmente odeia a escravidão, que odeia a falta de liberdade. Se você capturar um animal e o mantiver em cativeiro, especialmente um animal selvagem, ele irá enfraquecer e, na maioria dos casos, ele morrerá. Mesmo com os nossos animais de estimação, animais domésticos, você tem que fazer um acordo. Você deve compensá-los pela perda da liberdade, dando-lhes uma porção de comida, oferecendo-lhes algum tipo de abrigo e uma boa dose de atenção; é preciso construir um lado da equação para o seu desejo de receber, caso contrário, eles simplesmente não verão o que está acontecendo, além da perda de liberdade. Esta é a maneira com que a Natureza é construída. A liberdade é uma força poderosa e tudo é guiado na direção dessa liberdade.

Os animais não cometem erros, porque eles agem completamente dentro da lei da Natureza. Por exemplo: um gato pode saltar sobre uma mesa ou até sobre um muro, mas se você olhar realmente de perto, e eu já vi isso em câmera lenta, o gato vai saltar, mas há um ponto em que ele parece quase ser levantado, e apenas aterrissa precisamente no local. É como se ele estivesse no fluxo de algum tipo de energia que simplesmente o coloca lá. E os animais não cometem erros, porque eles não são movidos pelo conhecimento; eles próprios não calculam nada.

Um animal quando nasce sabe o que é bom para ele comer, e sabe onde encontrar. E nada disto é proveniente da inteligência, tudo é instintivo, está tudo lá, pronto para o animal. Mesmo quando nos parece que um animal está cometendo um erro, como talvez quando um animal é comido por outro, para qual animal isto é um erro? Para aquele que foi comido ou para aquele que o comeu?

Nós vemos esta cena como um erro, porque estamos parcialmente imbuídos desse nível animal, de que uma parte de nós é um animal, e não podemos enxergar completamente fora do sistema, e então nós aplicamos esse aspecto à cena e acreditamos que estamos vendo alguém perdendo e alguém ganhando alguma coisa, quando, na verdade, o animal em si está agindo totalmente dentro da Natureza e é parte de um sistema - que funciona como uma célula dentro de um órgão ou um órgão dentro de um corpo -, operando apenas para a satisfação do organismo como um todo, e não para o indivíduo; e tudo o que acontece, inclusive quando é hora de viver e quando é hora de morrer, ocorre em concordância com a lei da Natureza, porque o animal está preso a ela.

Assim, você pode ver como tudo é completamente predeterminado nesse nível. Na verdade, o que chamamos de "instinto" é a predeterminação desse nível.

Você pode observar a condição de um animal - pelo menos um biólogo pode -, localizar um animal geograficamente, observar a época do ano, e ser capaz de determinar, de acordo com, digamos, a idade desse animal, e todos os demais fatores, qual será a próxima condição dele, porque conhecemos os fatores que o influenciam; e podemos ver até certo ponto, porque estamos acima desse nível do sistema, mas não conseguimos vê-lo atuando sobre nós mesmos. E o fato de não o enxergarmos é o que realmente chamamos de "livre-arbítrio." 

Para os humanos, o livre-arbítrio consiste em falta de informação. Isto ocorre por ignorância, porque não podemos ver quais são os fatores que nos influenciam. Em seu lugar, temos a sensação de que eles realmente não existem, que todas essas condições que temos são do tipo aleatórias, elas são uma questão de destino e que uma pessoa tem sua própria resposta individual para tudo e faz completamente seu próprio caminho. Nós realmente não sentimos quando as influências agem sobre nós.

Fonte: "Cabala Revelada" - Episódio 10

A França é uma nação com valores democráticos como liberdade, igualdade e fraternidade: as palavras de ordem da grande revolução francesa. Como é possível que, precisamente aqui, tenham surgido as forças do mal?

Desde a Revolução Francesa, a democracia passou por tantas distorções. A liberdade se tornou uma permissividade ilimitada para todos. Isso não é bom. Tudo deve ser equilibrado, porque, afinal, o nosso mundo existe com base no equilíbrio entre duas forças, luz e escuridão, positivo e negativo, frio e calor.

Toda a natureza é construída na cooperação mútua entre dois opostos. Mas se estamos falando apenas da liberdade sem limites, ela poderia trazer consequências terríveis ainda piores do que a escravidão ou ditadura. É muito difícil ir contra os que fazem o mal, quando eles estão envoltos na bandeira da liberdade e da democracia. Assim, todas as melhores coisas, mesmo a liberdade, devem ser na proporção certa.

Nós vimos nas últimas décadas que a França se tornou um refúgio para os imigrantes da África e Oriente Médio. De fato, na França, nada resta da velha nação europeia, famosa por sua literatura, cultura e educação clássica que já existiu. Só restam lembranças.

Os antigos slogans de liberdade, igualdade e fraternidade se tornaram palavras bonitas que não são aplicadas em nenhum lugar, e é duvidoso se é possível aplicá-las; sejamos realistas. Há uma democracia que nós podemos discutir bem como uma peça de teatro, e há uma dura realidade na qual a democracia não existe há algum tempo.

É necessário diferenciar sonho de realidade, com o mais profundo respeito que eu tenho pela França

Fonte: Na Esteira Da Tragédia Em Paris, Parte 1


O que é a democracia? A nação inteira, composta de milhões de pessoas, se reúne, e as pessoas perguntam: “O que vocês querem?” Algumas dizem que querem futebol, outras dizem que querem Coca Cola, e elas são informadas, “Vocês vão ter o que querem”. O que mais as massas podem querer se não forem educadas, se não foram elevadas até a escada espiritual? Em tal caso, a democracia leva à regressão, à degradação. Portanto, o que há de bom nisso?

A democracia só é boa quando fazemos um círculo, ou seja, apenas num grupo. Aqui é onde o mundo inteiro vai mal. A verdadeira ideia da democracia é ótima, mas deve ser realizada somente sob certas condições. 

Fonte: Democracia, A Regra Da Nação Espiritual

Liberdade Num Circuito Fechado, Existe?

Desta forma, o Tana (Rabi Shimon Bar Yochai) descreveu a Arvut como duas pessoas num barco, quando uma delas começou a furar um buraco no barco. Seu amigo perguntou, “Porque estás tu a furar?” Ele respondeu, “O que é que isto lhe diz respeito? Eu estou a furar por baixo de mim, não por baixo de ti.” Então ele respondeu, “Tolo! Iremos ambos nos afogar juntos!”

Baal HaSulam, “A Arvut [garantia mútua],” Item 18

O homem moderno aprecia sua liberdade de expressão, mas será que nós sabemos o que ela é? Se essa é a liberdade de dizer o que quisermos, como temos certeza da exatidão dos nossos pontos de vista? Será que realmente compreendemos que somos responsáveis ​​pelas palavras, que podem machucar alguém?

Antes de tirar proveito da liberdade de expressão, nós temos que ser educados corretamente porque isso impõe uma grande responsabilidade. Não só as palavras proferidas são armas fortes, mas mesmo nossos pensamentos. Nossos pensamentos se elevam em todo o mundo e colidem uns com os outros, criando um campo de pensamentos que impactam a nós e o mundo inteiro.

Portanto, a liberdade de expressão nos obriga a estar num determinado nível e aceitar uma enorme responsabilidade.

Fonte: Cuidado: As Palavras Podem Matar



Quanto mais alta a faculdade, mais ela consegue alcançar. A mais alta de todas é a mente, que consegue ascender às mais sublimes alturas. Deveis deste modo guardar vossa mente e pensamentos ao máximo. 

Nachman de Breslev, Sichot Haran, Item 46


Liberdade, Somente Na Espiritualidade

O homem é governado pelas forças da Natureza; por isso, se tudo é Natureza, como pode surgir algo novo nele? Portanto, não há livre-arbítrio neste mundo. A pessoa sempre escolhe o que lhe agrada mais e foge do sofrimento como qualquer outra criatura, seja ela vegetal ou animal. 

Apesar desta liberdade ilusória com a qual o homem foi inicialmente agraciado (visto que pensamos que podemos fazer o que quisermos!), ela ainda é uma ilusão. A verdadeira liberdade consiste em sair e elevar-se acima da nossa natureza, o que significa sair fora e elevar-se acima do egoísmo. 

Fonte: A Verdadeira E A Falsa Liberdade




Está escrito: “Não há coerção na espiritualidade”, ou seja, que o progresso só acontece através do nosso livre arbítrio. E nós temos uma única opção a este respeito e nada mais. Portanto, não devemos relacionar coisas ao livre arbítrio das quais não estamos completamente livres.

A liberdade foi dada a nós apenas na união com o grupo ou a humanidade, com todo o mundo, com partes de minha própria alma, que só na minha imaginação parecem externos e estranhos, odiosos e distante espiritual e fisicamente. É nas ações onde eu tento aproximá-los de mim que reside o livre arbítrio. Isso porque, basicamente, esta é a única coisa que tenho a fazer. Não há nada além de corrigir o vaso da minha própria alma, cujas partes eu devo aproximar de forma a percebê-las como minhas.

Eu tenho que sentir o mundo inteiro, tudo o que parece estar do lado de fora, como partes minhas, ainda mais perto do que meu próprio corpo.

Fonte: O Criador Está Oculto No Mundo

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Viver Em Tempos Interdependentes

julho 30, 2013crise, interdependência
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Conectados: O Bestseller de Christakis e Fowler

novembro 21, 2011cabala, ciência, interdependência, laitman.com, nicholas christakis
imageRecomendado: Connected: The Surprising Power of Our Social Networks and How They Shape Our Lives (trad, Conectados: O Surpreendente Poder das Nossas Redes Sociais e Como Elas Moldam as Nossas Vidas) por Nicholas A. Christakis, MD, PhD, professor na Universidade de Harvard, nomeado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo da Timemagazine em 2009, e James H. Fowler, PhD, um professor associado na Universidade da Califórnia).

Do Prefácio:“À medida que estudámos as redes sociais mais profundamente, começámos a pensar nelas como uma espécie de super-organismo humano. Elas crescem e evoluem. Todos os tipos de coisas fluem e se movimentam dentro delas. Este superorganismo tem a sua própria estrutura e função e tornámo-nos obcecados em compreender ambos.

“Ver-nos a nós próprios como uma parte de um superorganismo permite-nos compreender as nossas acções, escolhas, e experiências numa nova luz. Se somos afectados pelo nosso embutir nas redes sociais e influenciados pelos outros que estão próxima ou distantemente ligados a nós, perdemos necessariamente algum poder sobre as nossas próprias decisões. Tal uma perda de controlo pode provocar especialmente fortes reacções quando as pessoas descobrem que os seus vizinhos ou até estranhos podem influenciar comportamentos e resultados que têm contornos morais e repercurssões sociais. Mas o lado inverso desta realização é que as pessoas se podem transcender a si mesmas e as suas próprias limitações. Neste livro, discutimos que a nossa interligação não é apenas uma parte necessária das nossas vidas mas também uma força para o bem. Tal como os cérebros podem fazer coisas que nenhum neurónio singular pode fazer, assim também as redes sociais podem fazer coisas que nenhuma pessoa única consegue fazer.

“Durante décadas, até séculos, sérias preocupações humanas, tais como se uma pessoa viverá ou morrerá, será rica ou pobre, ou agirá justa ou injustamente, foram reduzidas a um debate sobre responsabilidade individual versus colectiva. Cientistas, filosofos e outros que estudam a sociedade dividiram-se geralmente em dois campos: os que pensam que os individuos controlam os seus destinos, e os que acreditam que as forças sociais (variando de uma falta de boa educação publica à presença de um governo corrupto) são responsáveis pelo que nos acontece.

“Contudo, pensamos que um terceiro factor está a faltar neste debate. Dada a nossa investigação e as nossas próprias diversas experiências na vida, de encontrarmos as nossas esposas a nos encontrarmos uns aos outros, de cuidar de doentes terminais a construir latrinas em aldeias pobres, acreditamos que as nossas ligações às outras pessoas são o mais importante, e que ao ligar o estudo dos individuos ao estudo dos grupos, a ciência das redes sociais pode explicar imenso sobre a experiência humana. Este livro foca-se sobre os nossos laços aos outros e como eles afectam emoções, sexo, saúde, política, dinheiro, evolução e tecnologia. Mas acima de tudo é sobre o que nos faz singularmente humanos.
Para saber quem somos, devemos compreender como estamos ligados.”


IN LAITMAN.COM
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Um Sistema Vivo, Um Homem - 20 Ideias com Dr. Michael Laitman

setembro 19, 201120 ideas, cabala, ciência, crise, globalização, interdependência, kab.tv



Verdadeira Crise
Pode A Música Mudar As Pessoas?
A Melhor Altura Para Ter Filhos
Vida e Morte
O Mundo É Um Palco
Nem Todas As Ameaças Nucleares São Más
A Verdade Sobre o Racismo
Nova Ordem Mundial
Novos Mídia
Um Sistema Vivo, Um Homem
A Ciência Do Desejo
Imitação
Natureza Competitiva
Competição Positiva
Modelos Exemplares
As Almas Gémeas Existem?
Conexão Virtual
Internet Futura
Cabala Vs. Religião

Assista aos restantes vídeos desta série aqui (alguns dos vídeos poderão estar legendados usando as legendas CC do YouTube)

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Paper Clips: "Apenas Nós Estamos Quebrados"

julho 14, 2010cabala, globalização, interdependência, kab.tv, paper clips, união


Traga o quadro branco, está na hora de uma lição! Quê, sem tempo? Perfeito. Só vai demorar um momento...

Paper Clips (Clipes de Papel) comprime uma lição sobre um conceito de Cabala num minuto, usando desenhos, um dedo indicador que aponta, e a narração de um jovem compincha que você não consegue ver...

Paper Clips é onde uma lição de Cabala encontra uma roulote de cachorros e um artista de rua: aprender conceitos de Cabala através do rápido, divertido consumo de desenhos com comentário a correr. Nós poderíamos continuar a falar sobre esta série o dia todo, mas pelo tempo que lhe levou a ler isto, você podia já ter visto um dos Paper Clips.

“Nenhum homem é uma ilha inteira por si mesma; cada é um pedaço do continente, uma parte do principal,” escreveu o famoso poeta Inglês John Donne. A humanidade está interligada como as partes de um sistema integrado, mas os sentidos humanos não permitem às pessoas reconhecer esta ligação. Como resultado, os humanos, ao contrário de tudo o resto na natureza, se têm comportado mais como ilhas quando na realidade, os humanos são mais como células num corpo vivo. Quando a humanidade começa a agir com a intenção de fazer o bem ao corpo inteiro, a conexão oculta entre todas as suas partes será revelada. E todo o bem que pode existir no mundo é então manifestado através desta ligação entre as pessoas.



TV.KABBALAH.INFO

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Facebook — Qual é Todo o Alarido?

abril 28, 2010cabala, globalização, interdependência, internet, kabbalah today
Facebook — Qual é Todo o Alarido?

Traduzido de: Kabbalah Today Issue #13

A Obsessão com o Facebook expressa um desejo profundamente enraizado dentro de cada um de nós - de se sentir conectado com todos. Mas entrega a maior comunidade virtual verdadeiramente o novo e melhorado mundo social que nós procuramos?

Tanto foi dito sobre o Facebook: que ele é a rede social mais bem sucedida do mundo, que milhões à volta do mundo estão já a usá-lo, que ele vale oficialmente 15 biliões de dólares, que a Microsoft pagou 240 milhões por 1.6% de quota da página, e muito mais.

Mas por baixo dos números grandes, o sucesso, e todas as palavras bonitas, há uma pergunta que não é assim tão fácil de responder: Porquê?

Porque preferem as pessoas socializar usando mensagens instantâneas, SMS, vídeos e imagens numa página, em vez de saírem e se encontrarem na verdade em pessoa?

Moda Passageira ou Tendência Social?

Facebook é definitivamente o assunto da net. Todos estão a adicionar amigos, jogar com novas aplicações, partilhar vídeos, e a fazer upload de imagens. Muitos utilizadores de Internet admitem honestamente que estão viciados na rede e gastam muitas horas a socializar lá.

Contudo, muito poucos compreendem porquê. Pense sobre isso: Porquê gastar tantas horas em algo que não lhe oferece a si nenhum beneficio no mundo real? será porque o Facebook serve a nossa necessidade de expandir o nosso circulo social? É ele um serviço de encontros "incógnito"? Ou talvez seja um trampolim para relacionamentos de negócios?

Nenhuma destas perguntas pode ser inequivocamente respondida. Mas uma coisa é certa: o Facebook é ainda assim outra escapatória fácil da realidade do dia a dia. Ele deixa-nos escapar para um mundo pré-fabricado, imaginário - um mundo em que você tem centenas ou até milhares de amigos, um mundo de jogos, e um mundo onde não há fricção social (ainda não, de qualquer maneira). Todo o dia, você pode enviar e receber prendas, namorar, vasculhar através das imagens pessoais das pessoas… e a coisa mais dolorosa que lhe pode acontecer é que alguém lhe decide “dar um toque”, que significa que um pequeno ícone tolo irá aparecer no seu ecrã. Au.

Mas a questão desperta: Está o Facebook na verdade a tornar-se um substituto para socializar no mundo real? É assim tão difícil para nós interagirmos uns com os outros na vida real?

O Ego Que Quer Tudo, a Alma Que Quer União

Acontece que, nós, humanos, somos criaturas sociais. E como tais, nós adoramos acariciar os nossos egos ao mostrar a todos quão belos, espertos e inteligentes nós somos - e é claro, quão populares nós somos. Nós adoramos ver e sermos vistos, e um site de rede social como o Facebook dá-nos a oportunidade perfeita para o fazer: Nós podemos ver o mundo inteiro e ter o mundo inteiro a ver-nos, com o nosso melhor pé na frente, maiores que a vida.

Nós apresenta-mo-nos a nós mesmos com nossas imagens mais fixes, muitos elogios e muitos interesses - os quais podem estar a cobrir uma necessidade mais profunda - uma que todos nós partilhamos, que a Cabala chama “união.”

Ficaremos Em Contacto

Como o Facebook, a Cabala também tem muito a ver com a ligação entre seres humanos. Os Cabalistas explicam que bem fundo, nós estamos todos conectados com uma alma singular - uma entidade poderosa feita de uma miríade de almas individuais. Nesse nível, nós existimos em reciproca, conexão continua uns com os outros, perfeitamente entrelaçados como um sistema integro.

Mas em certo ponto na nossa evolução, nós nossa percepção que a nossa alma universal deixou de sentir a nossa interligação. A perda desta percepção deixou-nos com uma sensação de vazio, um sentimento que algo está a faltar entre nós. Desde então, nós temos procurado maneiras de compensar isto, de alguma forma restaurar a sensação de completude e união que em tempos sentimos.

Na verdade, é essa “memoria” subconsciente da nossa conexão dentro da alma comum que motiva milhões de nós a fluir para redes sociais como o Facebook. Aqui podemos conectar-nos uns com os outros além do tempo, espaço ou quaisquer outras diferenças. Contudo, este é apenas um fraco semblante da nossa verdadeira, ligação espiritual, e ele não pode satisfazer a nossa necessidade de verdadeira união.

Conexão Através de Desconexão

A coisa que bloqueia a nossa percepção da alma comum, fazendo-nos sentir alienados uns dos outros, é o crescente egoísmo humano. Enquanto o egoísmo tem crescido ao longo de toda a história humana, em recentes anos ele alcançou seu pico. E enquanto este vencedor de recordes egoísta trouxe progresso tecnológico sem precedentes, ele também nos previne de nos reunirmos uns com os outros. Como resultado, nós começamos a sentir o profundo vazio nos nossos corações que anseia que a ligação entre nós que seja restaurada.

Mas até o fazermos, o ego irá continuar a fazer-nos sentir que nós temos de ser maiores e melhores que os outros. Isto conduz-nos a tomar vantagem de uns dos outros, e até de fazer mal uns aos outros em prol de ganho pessoal. Mas mais que tudo, isso previne-nos de ver que por trás de todos as cismas, nós estamos todos internamente ligados.

O ego é o que nos faz odiar o pensamento de estarmos ligados aos outros. Nós achamos a ideia de “dependência mútua” ou “união” desconfortável, penosa, e até repulsiva. É por isso que nós negamos a ligação que nos liga.

Mas até enquanto tentamos negá-lo, a crise iminente em cada reino das nossas vidas, o crescente processo de globalização e até as ocorrências dramáticas na própria natureza, estão a forçar-nos a concordar que nós somos, na verdade, interligados e interdependentes.

Hoje, nós somos apanhados entre duas tendências: Por um lado, nós queremos estar juntos com todos, todavia por outro lado, nós não queremos ficar muito próximos. Então as redes virtuais oferecem-nos a solução perfeita: Nós podemos socializar com milhares de pessoas quando “ficando à parte” por trás das nossas telas de computador.

Logo, nossa vasta tecnologia não nos conecta verdadeiramente, mas em vez disso permite-nos sentir conectados enquanto permanecendo desconectados. Contudo, o sentimento de desconexão que se aprofunda ao longo do tempo descobre uma verdadeira necessidade de ligação - uma que não pode ser feita através dos cabos ou media virtual.

De forma a satisfazer a verdadeira necessidade de ligação, nós temos de fazer “upgrade” à nossa rede social - de uma baseada em fios a uma que é baseada nos nossos corações.

Largura de Banda Ilimitada

Estes tempos são uma fase única no desenvolvimento da humanidade. Nós estamos mais perto que nunca de redescobrir a nossa união inata, e desta forma alcançar o propósito da nossa existência. A sabedoria da Cabala é precisamente o método de restaurar a união que existe entre todos nós - uma união que existe num nível mais profundo da natureza, dentro dos corações de cada ser humano.

Mas para descobrir essa união, nós devemos atravessar uma mudança fundamental na maneira em como percepcionamos a realidade. Isto significa que nós devemos transformar o nosso egoísmo na qualidade de amor incondicional e dar. E ao o fazer, nós iremos experimentar um novo, nível espiritual da realidade.

Então nós não precisaremos de nos esconder por trás de nossas telas de computador, tentando tactear essa ligação uns com os outros. Em vez disso, nós iremos ter uma sensação clara como o cristal dessa união entre nós - desta vez, através de nossos corações.


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Efeito Consumidor

fevereiro 11, 2010cabala, crise, economia, globalização, interdependência, kabbalah today
O Efeito Consumidor

Traduzido de: Kabbalah Today Issue #10

A globalização das economias significa que qualquer mercado local está inextricavelmente atado à economia global. O continuo declínio do dólar, ultimamente estimulado por mudanças no mercado da China, claramente demonstra quão independentes os mercados mundiais se tornaram. Temos de descobrir a maneira certa de agir dentro de um sistema interligado - e qual é o melhor exemplo para estudar que a Natureza, a mãe dos sistemas perfeitos e íntegros?


Eles (Quase) Acertaram no Jackpot

Myron Scholes e Robert Merton tiveram tudo o que os cientistas alguma vez sonharam: um Prémio Nobel em Economia, detendo professorados nas universidades mais prestigiadas mundiais e fama. Mas tudo isto esvaeceu quando uma oportunidade se apresentou a si mesma a meio dos anos noventa. Um bem conhecido corretor veterano desafiou o par a colocar o seu génio em prática e fazer montes de dinheiro.

Scholes e Merton estavam certos que jogar ao mercado era como lançar dados: você pode facilmente medir a probabilidade de toda e cada ocorrência. O seu plano à prova de tudo era de prever com exactidão o mercado através de estudos estatísticos.

Os dois cientistas reuniram um grupo de distintos professores de matemática e economia. Então, juntamente com o seu corretor ambicioso, estabeleceram um fundo de cobertura privado (um fundo de investimento que se destina lucrar sob quaisquer condições de mercado). Eles chamaram-lhe Gestão de Capital de Longo Prazo ou LTCM (Long-Term Capital Management). O fundo desenvolveu uma politica de investimento baseada em modelos matemáticos, estabeleceu seu quartel general num subúrbio chique perto de Wall Street, e os negócios começaram a andar.

Em quatro curtos anos, o fundo tornou-se a inveja de todo o banqueiro e comerciante de Wall Street. Tubarões veteranos da bolsa de valores não conseguiam acreditar nos seus olhos à medida que o fundo rendia assombrosos 40% de retorno por ano sem perdas ou flutuações. Parecia que os cientistas tinham descoberto a fórmula mágica, identificando padrões num mundo de imprevisibilidade. Por outras palavras, eles tinham descoberto uma maneira de fazer um grande monte de dinheiro.

Mais que nunca - cépticos banqueiros de investimento estavam impressionados pelo grupo. Na verdade, eles estavam tão impressionados que se ofereceram para financiar o fundo com um crédito de 100 biliões sem sequer pedir as garantias habituais. O fundo foi financeiramente ligado a todo o banco de Wall Street e montou uma rede de ligações complexa em que cada elo afectava toda a cadeia.

O LTCM parecia invencível até a uma noite fatídica em Setembro de 98, quando a bolha subitamente rebentou. O desastre começou com um acontecimento aparentemente inócuo - a desvalorização de Thai baht. Isto desencadeou uma súbita descida nos preços pelos Mercados Asiáticos e da Europa do Leste, a bola de neve simplesmente continuou a rolar até que eventualmente alcançou o LTCM. O fundo sofreu total colapso, causando aflição sem precedentes nos sistemas económicos a nível mundial.

Parecia que o mercado estava a dirigir-se suavemente para um beco sem saída. Num passo dramático, Alan Greenspan, o Presidente lendário da Reserva Federal dos E.U., convocou os cabeças de cada grande banco de Wall Street e da Europa para uma reunião de emergência à porta fechada. Finalmente, apenas as orações dos economistas e uma decisão muito custosa para salvar o LTCM, conseguiu salvar o mundo de uma profunda crise económica.

O Colapso é Contagioso

O presente declínio do dólar é reminiscente da situação que levou ao colapso do LTCM. Embora o dólar tenha estado numa espiral descendente há algum tempo, a queda mais dramática no seu valor foi estimulada por uma mudança na politica da China. A China, pragmaticamente preocupada com a sua própria economia, começou a desviar-se da moeda do dólar e a diversificar os seus investimentos. À medida que os ecos desta decisão ressoaram pelo mundo fora, países como a Arábia Saudita, Coreia do Sul, Venezuela, Irão e Rússia começaram a considerar desviar-se do dólar de forma a salvaguardar os seus bens.

Uma tendência similar revelou-se durante a recente Sub-Principal da Hipoteca (uma hipoteca dada a mutuários arriscados) que começou nos E.U. e se espalhou pelo mundo. Os efeitos do fiasco estão longe de terminar. A fusão afectou bolsas de valores, bancos, fundos de cobertura e empresas por todo o mundo. As maiores ondas de choque foram sentidas na Europa, Ásia, Canada e Austrália. A crise também afectou muitas corporações, fabricantes, empresas de marketing e até firmas de alta tecnologia.

Nova e novamente, um sentido de uma crise económica global ressurge. Todas as tentativas de prever tendências económicas provaram-se futeis. Hoje, a pergunta de um milhão de dólares é: Como estabelecemos um sistema verdadeiramente viável e estavel?

Os Sistemas Entre Nós

A resposta, diz a sabedoria da Cabala, é na verdade bastante simples. Melhor de tudo, você não tem de ser um economista brilhante para a perceber. Contudo, você tem de perceber que tudo o que fazemos, incluindo economias, tem de seguir as leis do sistema universal a que chamamos Natureza.

Os Cabalistas explicam que o plano global da Natureza é de trazer todas as suas partes, incluindo nós, à união perfeita. Na estrutura da sociedade humana, esta união significa que o trabalho de cada individuo beneficia o todo.

O melhor exemplo de tal comportamento são as células de um corpo vivo: elas estão interligadas e dão a uma à outra de forma a beneficiar o corpo como um todo. Neste sistema perfeito, o corpo providencia a uma célula com tudo o que ela precisa e a célula é totalmente dedicada a garantir o bem estar do corpo. No seu artigo, "Construindo a Sociedade Futura," o Cabalista Baal HaSulam escreve que "...cada membro é obrigado pela Natureza a receber as suas necessidades da sociedade, e também a beneficiar a sociedade pelo seu trabalho."

Os sistemas artificiais que estabelecemos na sociedade humana permanecem em completo contraste ao plano da Natureza. No núcleo do comportamento humano encontra-se o ego, que coloca estes sistemas em movimento. Os nossos egos preferem, o interesse pessoal e constrito sobre o beneficio do todo e advogam a perseguição de riqueza, honra e controlo, até (ou especialmente) à custa dos outros.

Tudo isto acarta uma relação directa às economias. No nosso sistema económico baseado pelo ego, interesses próprios do capital e accionistas são as prioridades de topo das empresas. Até quando as empresas contribuem para a comunidade, não podemos evitar imaginar se tal acção não é na verdade, um desejo básico de glorificar o seu nome nos média por mais publicidade e uma reputação polida.

Globalização + Ego = Beco Sem Saída

Após milhares de anos de desenvolvimento egoísta, finalmente nos encontramos a nós mesmos num canto apertado: quanto mais tentamos lucrar uns dos outros, mais descobrimos a nossa ligação para uns e outros, muito como as células de um corpo vivo descritas acima.

O colapso da LTCM há uma década atrás, a recente crise dos créditos, o presente declínio do dólar demonstram somente quão interligados os nossos sistemas são. A mais pequena flutuação no mercado local pode colocar o mercado global inteiro em turbulência.

Mas o mais é que cada acção que fazemos como consumidores afecta toda uma gama de outros sistemas. Tal como a metáfora do "Efeito Borboleta" para o caos matemático, "O Efeito Consumidor" funciona da mesma maneira.

Quando Rebecca da Filadélfia vai às compras no centro comercial do seu bairro, ela afecta significantemente as vidas de muitas pessoas à volta do mundo. Os produtos que ela compra podem determinar se uma fábrica irá continuar a operar, se uma familia terá de se mudar, e se uma criança será salva de morrer à fome. Quando Dan de Charlottesville faz zapping pelos canais de TV em casa, ele afecta o mercado de publicidade inteiro. Um clique do controlo remoto pode afectar os trabalhos e vidas de milhares de pessoas.

A globalização fez o nosso mundo tão frágil que a mais infima racha pode causar o seu estilhaçar. Eventos locais como a hipoteca da crise nos E.U., um desastre natural, um ataque terrorista, e tensão militar no Golfo Pérsico afectam os preços directamente das mercadorias internacionais e ameaçam a estabilidade económica global.


A Saída

“E a maravilha sobre isso é que a Natureza, como um juiz proficiente, nos pune de acordo com o nosso desenvolvimento, pois nossos olhos podem ver, que quanto mais a humanidade se desenvolve, maiores são as dores e sofrimento de alcançar nossos mantimentos e sustento.”

Baal HaSulam, "A Paz"

A sabedoria da Cabala dá-nos uma perspectiva muito mais larga sobre a nossa situação. Ela explica que nós somos como crianças nesta caixa de areia chamada Terra. E a Natureza está a desenvolver-nos gradualmente, muito como um pai que ensina suas crianças: quanto mais crescemos, mais nos é esperado que brinquemos bem.

A Cabala explica que a humanidade está a atravessar dois processos paralelos. Pr um lado, a Natureza está a empurrar-nos para nos unirmos e trabalhar como um corpo. Por outro lado, o egoísmo da humanidade está a crescer firmemente, e o facto de que estes dois processos estão a acontecer simultaneamente não é uma coincidência.

De uma maneira ou de outra, a humanidade terá de inverter o seu egoísmo e trabalhar como um corpo. Mas em vez de ter o empurrão da Natureza a fazer esta mudança, os Cabalistas sugerem que tomemos controlo do processo e o dominemos nós próprios.

Os Cabalistas explicam que através dos sistemas educacionais podemos elevar a consciência das pessoas de que a humanidade é como um corpo multi-celular, e que todos estamos interligados. Ao aprender sobre o sistema geral da Natureza e seus princípios, as pessoas irão compreender que mudanças implementar nos nossos sistemas sociais de forma a os equilibrar com a Natureza.

Ao agir de acordo com a Natureza, iremos prosperar em todo o reino das nossas vidas, incluindo as economias. Felizmente, já temos a ciência que explica o plano subjacente da Natureza. Ela é chamada "a sabedoria da Cabala." 
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

A História das Roldanas

fevereiro 07, 2010cabala, educação, interdependência, kabbalah today
A História das Roldanas

Traduzido de: Kabbalah Today Issue #15

Esta é uma história sobre todos nós - sobre crianças e pais, sobre de onde viemos, como chegámos aqui, e como iremos voltar para Casa - para um lugar chamado "A Alma Singular"

Era uma vez, em que todos estávamos ligados juntos como roldanas, ligados por laços de amor mútuo.

Cada um de nós estava ligado a todos os outros, e não havia diferença ou distância entre nós.

Partilhávamos tudo uns com os outros, e tudo o que era meu era também teu. Eramos chamados "a alma singular," e éramos verdadeiramente, verdadeiramente felizes.


Mas subitamente, tudo mudou.

Subitamente, desejos egoístas surgiram dentro de nós e destruíram a nossa união e a nossa felicidade.


Afastámo-nos uns dos outros e descemos para este mundo - um lugar escuro, solitário e injusto.

Em vez de ser governado pelo amor, este mundo é governado pelas leis do egoismo

Rapidamente, começamos a dominar e a usar os nossos vizinhos para nosso próprio ganho.

Desejamos honra e fama para que os outros fossem invejosos de nós.


Desejamos adquirir dinheiro - e montes dele! Afinal, o dinheiro pode dar-nos o que quisermos - não pode?

Bem, acontece que nada disto nos fez felizes. Em vez, começamos a odiar-nos uns aos outros ainda mais.

Um dia, tornámo-nos tão desesperados, que subitamente nos recordamos de como as coisas tinham sido há muito tempo atrás. Então, tínhamos sido felizes porque estávamos todos conectados uns aos outros - tal como roldanas.

Assim que nos recordámos disto, ansiamos amar-nos uns aos outros novamente, de nos reunirmos e voltarmos àquele lugar maravilhoso chamado "A Alma Singular."


E assim fizemos.

Todos nos reunimos - e uma vez mais compreendemos o que é a verdadeira felicidade.


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A Ratoeira

fevereiro 07, 2010cabala, educação, interdependência, kabbalah today
A Ratoeira

Traduzido de: Kabbalah Today Issue #18

Um pequeno rato aprende um grande segredo sobre a vida, que nos pode ajudar a todos

Um rato olhou pela racha na parede e viu o agricultor e a sua esposa abrir um pacote. "Que comida pode este conter?" o rato imaginou.


Mas quando foi aberto, ele ficou devastado por descobrir que era uma ratoeira.

Retirando-se para a capoeira, o rato proclamou o aviso, "Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa""

A galinha cacarejou e arranhou, levantou sua cabeça e disse, "Sr. Rato, posso dizer que este é uma grave preocupação para ti, mas não é de consequência para mim. Eu não posso ser incomodada com isso."

O rato voltou-se para as ovelhas e disse-lhes, "Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!"

A ovelha simpatizou, dizendo, "Tenho muita pena, Sr. Rato." Então acrescentou, "Porém, não há nada que eu possa fazer acerca disso a não ser orar. Podes ter a certeza que estás nas minhas orações."

O rato voltou-se para a vaca e disse, "Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!" A vaca disse, "Ena, Sr. Rato. Tenho muita pena de ti, mas não me diz respeito."

Desiludido, o rato voltou para a casa, cabisbaixo e rejeitado, para enfrentar a ratoeira do agricultor sozinho.

Nessa mesma noite, um som foi escutado na casa - tal como o som de uma ratoeira apanhando sua presa.

A esposa do agricultor foi ver o que tinha sido apanhado, mas na escuridão, ela não viu que era uma cobra venenosa cuja cauda tinha sido apanhada pela armadilha.


Subitamente, a cobra mordeu a esposa do agricultor.

O agricultor apressou-se com ela para o hospital por ajuda, mas quando ela voltou para casa tinha febre.

Todos sabiam que a melhor maneira de tratar uma febre era com uma sopa de galinha, então o agricultor levou a sua machadinha para a capoeira para obter o ingrediente principal da sopa.


Mas a doença de sua esposa continuou, então amigos e vizinhos vieram para se sentarem com ela de imediato. Para os alimentar a todos, o agricultor tinha de matar as ovelhas.


Ainda assim, a esposa do agricultor não ficou bem e um dia, ela morreu. Tantas pessoas vieram ao seu funeral que o agricultor teve de matar a sua vaca de forma a providenciar carne suficiente para todos.

Entretanto, o rato espreitou sobre tudo isso da sua racha na parede, abanando a sua cabeça tristemente.

Então, da próxima vez que você escutar alguém enfrentando um problema e pensar que ele não lhe diz respeito, lembre-se: quando um de nós é ameaçado, todos nós estamos em risco.

Todos nós estamos envolvidos nesta jornada chamada Vida. Devemos olhar uns pelos outros e fazer um esforço extra para nos apoiar-nos uns aos outros.

Cada um de nós é um fio vital na tapeçaria de outra pessoa; as nossas vidas são tecidas juntas por um motivo.


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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Nuvens no meu Café

dezembro 18, 2009cabala, ecologia, interdependência, kabbalah today, sociedade

Nuvens no meu Café

Traduzido de: Kabbalah Today Issue #21

A Natureza está cheia de exemplos de padrões repetitivos infindáveis, em que o todo é construído sobre a interacção equilibrada das partes. Durante gerações, o homem só olhou para as suas "partes" – indivíduos. Agora, talvez seja altura de considerar o todo – humanidade

Sinto outro dia em declínio, e tenho pavor de ir para o trabalho. Irei ter uma súbita escolta para a rua esta manhã como a pobre Erika? O nosso gerente, Phil, não quereria que roubássemos ou danificássemos nada, especialmente a moral do pessoal – como se houvesse algo de sobra! Conheço o Phil há 30 anos; o que lhe aconteceu? Ao mundo inteiro?

Pelo menos ainda tenho alguns confortos de criatura, mais notavelmente – uma chávena de java gourmet para me dar alguma coragem. Ver aquela gota de creme no café, o padrão de espirais dentro de espirais, não consigo evitar pensar naquela música do Carl Simon de 1972, “Eu tinha alguns sonhos; eles eram nuvens no meu café, nuvens no meu café…”

Nuvens no meu café… espirais dentro de espirais… padrões, desdobrando-se dentro de si mesmos, nova e novamente, como variações de um tema. Não é assim que toda a Natureza é? Folhas de feto, encostas, nuvens – cada uma é composta de uma forma geométrica que é repetida a uma mais e mais pequena escala, cada forma aninhada dentro do seu duplicado maior. Não há algo a ser aprendido neste momento desta propriedade que é tão penetrante na Natureza? E talvez pudéssemos desbloquear este segredo universal se ao menos tivéssemos uma chave mestra, o “fractal”!

Padrões de Vida

Este termo, referindo-se a todas estas penetrantes similaridades próprias, foi cunhado por Benoit Mandelbrot, devido ao elemento comum nos padrões recorrentes – a sua dimensão fraccionária. A matemática por trás de um fractal é uma formula simples repetida, porém esta pode produzir visões surpreendentemente belas. Olhando para eles, sentimos um profundo, quase assustador, poder – um vazante de duas vias e um fluxo, como se olhando para os olhos do próprio Infinito.

Há verdadeiramente uma transcendência dinamica da imagem inanimada. Como apontado por Robert Shaw, um pioneiro na ciência do “Caos,” há na verdade uma comunicação reflectida acima e baixo nas ordens de magnitude entre os padrões internos e externos. Mas para nós, as consequências são muito mais sérias que imagens bonitas.

Um exemplo mais importante é o nosso complexo batimento cardiaco e corrente circulatória. Porque todos os componentes trabalham juntos em perfeita harmonia, comunicando como se em amor mutuo, interacções coronárias operam suavemente sobre toda a escala. Flutuações naturais a qualquer nível são corrigidas pelo sistema como um todo. Porém, se este "amor" se avaria e uma parte do sistema egoisticamente se puxa a si mesmo para demasiado longe por demasiado tempo, então algo sinistro começa a acontecer. O padrão da batida fica mais suave, à primeira vista aparentemente um sinal de estabilidade; isto é, até que se suaviza até a uma simples onda senoidal, e finalmente - a linha recta da paragem cardíaca.

A universalidade do fractal faz o acima descrito uma lei fundamental da natureza, governando todos os sistemas: minerais, vegetais, animais e humanos. Mas apenas no nível humano há a liberdade de seguir uma política disfuncional de "todo o homem por si mesmo." Doce como pode inicialmente aparentar a predadores dotados, por trás da superfície o sistema começa uma decomposição acelerada, até que o pesadelo finalmente sai da cartola como a Lei de Murphy: “Tudo o que pode correr mal irá correr mal.”

É um pouco como um relógio de bolso enorme sobre uma ferida que vai até ao ponto sem volta. Embora possa ainda assim ser belo, dourado e brilhante na superfície, um olhar para o mecanismo interno irá revelar uma explosão flamejante de dentes aguçados e mola principal, levando ao grande final – o congelar das engrenagens, moendo até a uma paragem. E assim é com os nossos modelos de negócio: ruínas sistemáticas selam o destino até dos indivíduos mais "bem sucedidos" juntamente com o resto do mecanismo humano. É apenas uma questão de "quem pelo fogo e quem pelo gelo.”

Esperança pelo Futuro

A evolução da humanidade para uma economia global através de infrastruturas sempre crescentes e entrelaçadas deu-lhe um batimento cardiaco e circulação mundiais

A Lei de Murphy já começou a ficar em histeria perante os nossos próprios olhos, porém continuamos a avançar negligentemente contra a Natureza, como lemmings caminhando para a borda de um precipício. Força alguma pode mudar a situação ao contrário outra que a escolha livre individual de cada pessoa de ver os outros como uma parte maior de si mesmo, em vez de presas isoladas sobre as quais se alimentar. Não nos apercebemos ainda que o padrão em cada um dos nossos fractais pessoais é na realidade feito de todos nós?

As nuvens no meu café dissipam-se numa nota esperançosa – uma música dos Youngbloods providenciada antes de Carly Simon, “Vamos meu povo, sorriam ao vosso irmão. Todos juntem-se; tentem amar-se um ao outro neste momento.” E quando olhamos para os olhos do Infinito, talvez sejamos bem-vindos por um sorriso fractal. Não seria isso fantástico!

Apesar das probabilidades, a minha chávena de java manteve uma vez mais a sua promessa de encorajar. Que mensagem lhe dará a sua bebida favorita?
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sábado, 12 de dezembro de 2009

Somos Uma Família

dezembro 12, 2009cabala, filmes, globalização, interdependência, união

Irmãos e irmãs, é tempo de aumentar a nossa definição de "família" para que inclua toda a humanidade! O que é necessário para ultrapassar o ego em nós; o ego que nos dá a ilusão de que não somos uma família. Clique no link que se segue para ver uma curta animação impressionante com esta mesma mensagem! - http://www.youtube.com/watch?v=ZpZf-y...


Você quer saber mais sobre esta sabedoria? Você pode entrar em nossa Academia Virtual de Cabalá e participar de todo o nosso conhecimento, os entregamos a você de uma forma simples, igualitária sem misticismo, com uma abordagem esclarecedora e científica, de forma acessível a sua busca interior! Abaixo estão nossos Links, navegue por eles e chegue a sua alma! 

Links: 📌https://cursosdecabala.com.br/ 📌https://biolinky.co/iarvut 📌Sites: https://www.iarvut.org.br/ https://radioarvut.com.br/
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Eu Incluo Todos em Mim

dezembro 12, 2009cabala, globalização, interdependência, laitman.com
Nós não percebemos o quanto estamos interligados. Estou conectado com os outros, por milhares de “links” diferentes: no desejo, na intenção, no pensamento, no esforço, em tudo - como um corpo.
Um sistema como um todo torna-se diferente ao você alterar algum dos seus elementos, ele muda completamente - e não poderia ser de outra forma, caso contrário o sistema não seria um todo.
Ser global significa estar ligado por todos os lados, em todas as propriedades, em tudo. Devido a esta ligação, cada pessoa inclui todos em si mesma. Eu sou eu e outros estão em mim, e ele é ele e os outros estão nele, e assim é com todos.
Mas nós não corrigimos o sistema em si, só revelamos a ligação já existente no Mundo do Infinito. É chamada correcção da quebra, que é sentida apenas em relação a nós.
É a correcção da nossa visão, da percepção.
Se corrigirmos a correcta conexão e começarmos a entender o sistema, então, nós revelamos que não existem particulares.
Quando estamos chegar perto do Infinito, sentimos que não há particulares, há apenas um todo. Tudo está tão interligado que é impossível separar uns dos outros.


Material Relacionado:
Laitman.com Post: Baal HaSulam: The Actions Of An Individual Are Equal To The Actions Of The Whole
Laitman.com Post: The Spiritual World Is Felt Through The Desires Of Others
Kabbalah Today Article: Globalization 101
Interview with the Future: “The “I” as a Part of Reality”
A Guide to the Hidden Wisdom of Kabbalah: “As One Unit”
Video: Cogwheels animation by Ari Films (2:08) 

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sábado, 5 de dezembro de 2009

O Efeito Borboleta É Mais Forte No Nível do Pensamento

dezembro 05, 2009cabala, interdependência, laitman.com, pensamento e intelecto

Uma pergunta que recebi: O mundo está a atravessar mudanças drásticas ultimamente. Têm estas mudanças um efeito nos níveis inanimado e vegetativos da Natureza?

A Minha Resposta: O que você vê é apenas uma pequena porção do que se está a passar no mundo. Na realidade, há vários tipos de plantas, peixes, pássaros e animais que se estão a extinguir. Porque está isto a acontecer?

O mundo é completo e integro e todas as suas partes estão interligadas. Desta forma, até a mais pequena mudança que ocorre neste sistema unificado, interligado causa mudanças em todo o organismo da Natureza.

Isto é análogo a um corpo em que um pequeno ferimento é sentido pelo corpo inteiro, e as funções vitais do corpo imediatamente respondem ao isolar a parte ferida.

Similarmente, a crise mundial é uma consequência da actividade humana, dado que o homem tem o maior poder de todas as outras partes da natureza. Ele incorpora o mundo inteiro e é desta forma capaz de o mudar.

O mundo é construído como uma pirâmide, compreendida dos níveis inanimado, vegetativo, animal e humano (de baixo para cima). A soma total de todos os objectos inanimados é igual a um objecto ou a um representante do nível vegetativo; a soma total de todos os objectos vegetativos é igual a apenas um elemento do nível animal; e todo o nível animal é igual a uma pessoa. Então imagine quão maior é a força do Grau Superior comparada com o grau inferior, dado que apenas um dos seus elementos é maior que tudo no grau inferior!

Desta forma, um pensamento negativo ou um pequeno desejo negativo tem um impacto negativo – e mil vezes mais potente – em todos os graus inferiores.

Material Relacionado:
Laitman.com Post: What Is Balance In Nature?
Laitman.com Post: All the Miracles Are Created by Our Desires
Kabbalah for Beginners: “The Pyramid”
Interview with the Future: “The Power of a Directed Desire”

IN LAITMAN.COM
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Vivendo Dentro dos Desejos Dos Outros

dezembro 05, 2009cabala, interdependência, laitman.com

Uma pessoa nunca sabe que desejos irão acordar dentro dela um momento mais tarde. Ela é também incapaz de determinar a direcção dos seus desejos. Uma pessoa é ignorante do seu futuro estado.

A humanidade sempre se interessou em conhecer o seu futuro estado, mas nunca foi capaz de satisfazer o seu interesse. Toda a nossa especulação está enraizada no facto de que o futuro nos é desconhecido a nós.

Porque é assim? A razão é a nossa ignorância do sistema no qual existimos. Na verdade, é um sistema bastante simples de ligações mutuas entre todos nós. Nós somos os que determinamos estes relacionamentos mútuos. Eu moldo a sua condição com os meus pensamento e você deve fazer o mesmo a mim com os seus.

O meu desejo subsequente é um resultado dos desejos das outras pessoas que estão dentro do sistema, dado que somos absolutamente mutuamente interdependentes. Se eu penso bons pensamentos isso irá fazê-lo pensar similarmente. Se o que eu tenho são maus pensamentos, você irá ter maus pensamentos também. É similar à situação, em que a vitima causa a aparição de um assassino, como se ambos determinassem e se procurassem um ao outro.

Você é colocado dentro de uma rede. A soma total do estado de todos determina o seu estado, a forma como você sente, pensa, quer e reage.

Você age inconscientemente, você não tem a sua própria livre vontade! Além daquela interdependência mutua universal, há um plano a trabalhar, um programa que leva todas as almas a um objectivo pré-determinado que é total harmonia e absoluta ligação entre elas.

O processo do nosso desenvolvimento é um processo de purificação, consciência e compreensão de como cada individuo pode conscientemente fazer parte dele.

Material Relacionado:
Laitman.com Post: Making Calculations For The Benefit Of The Whole
Laitman.com Post: Thought Is The Most Powerful Force In The World
Laitman.com Post: The Butterfly Effect Is Strongest On The Level Of Thought
Baal HaSulam Article: “The Freedom”
Shamati #153: A Thought Is An Upshot Of The Desire-lesson 

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Fazendo Cálculos Pelo Beneficio do Todo

dezembro 05, 2009cabala, interdependência, laitman.com

Um novo sistema geral da Natureza está a ser revelado a nós hoje. Este sistema geral é conduzido pela lei das interrelações universais. Se todos estamos ligados uns aos outros, então todas as boas ou más acções me influenciam!

A formula para o sucesso depende deste sistema geral e a condição para todos os que agem dentro dele. Não há um único computador ou forma de inteligência no mundo capaz de fazer um calculo especificamente pelo futuro. O que acontece se uma pessoa que quer avançar de acordo com os seus próprios desejos, em vez de apenas escapar aos golpes que actualmente nos assaltam?

Eu dependo no que os outros fazem e não posso mudar isto. Se eu quero avançar de minha livre vontade, eu devo saber todas as condições para avançar. Porém, ninguém sabe nada em avançado. Todos temos a liberdade de vontade mas como pode alguém ser livre se depende inteiramente das condições criadas pelos outros? É um ciclo vicioso. Somos incapazes de comandar a situação usando os nossos conceitos comuns de tempo, espaço e movimento dentro das nossas formas de pensar habituais, convencionais e egoístas.

Há porém, uma solução simples e lógica. Se desejamos dirigir tal sistema, temos apenas uma possibilidade: temos de nos elevar acima dos nossos cálculos pessoais e começar a fazer cálculos apenas pelo beneficio do todo, ignorando a nossa própria situação ou a conduta dos outros. Não importa que tipo de estado o grande sistema se encontra, temos apenas de nos elevar acima de nós mesmos e "dar" a todos. Esta é a única decisão correcta num sistema fechado. Não há outra formula para o sucesso!

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Irracionalidade É Um Passo Em Frente

dezembro 05, 2009amor, cabala, fé, globalização, interdependência, laitman.com, pensamento e intelecto

Uma pergunta que recebi: Qual é a ideia por detrás da correcção? O que me corrige?


A Minha Resposta: Correcção é quando você alcança a qualidade de "fé acima da razão," onde fé é a força de dar acima da sua natureza egoísta, e "fé acima da razão," é quando você usa esta força para criar laços com os outros. Você então esquece-se de si mesmo e eleva-se acima deste mundo.

As pessoas podem e terão de aceitar esta condição de forma a se elevarem acima da sua natureza, pois esta é a lei de um sistema integro e interligado. Este sistema é similar ao corpo humano ou ao universo inteiro, em que tudo está ligado e depende de tudo.

Num sistema fechado, todos dependem de todos os outros. Se alguém faz algo mau, isso significa que os outros fizeram com que esse alguém o fizesse. Desta forma se alguém se comporta mal, então é minha culpa, não dele.

Sabendo isto, uma pessoa pode sair da sua racionalidade egoísta e entrar na irracionalidade. Porquê? Porque o nível humano é mais alto que o animal, e desta forma a única forma de ascender até ao nível humano é de rejeitar a sua presente racionalidade e aceitar a mais elevada irracionalidade. Deve aceitar o dar acima da razão (ou seja, acima do seu egoísmo) e ligar-se aos outros de acordo com a regra, "ama teu vizinho como a ti mesmo."

Esta é a forma de vida racional para um ser humano, pois um ser humano é alguém que está ligado a todos na sociedade. Hoje, porém, não temos uma sociedade, porque a humanidade não é uma sociedade. Nós chamamos-lhe uma "civilização," que significa que todos vivem juntos, mas todos tentam violar os outros. Uma sociedade humana, por outro lado, é quando todas as pessoas estão ligadas juntas.

Esta é a pedra no caminho dos políticos e financeiros hoje. Eles estão à procura de um regulador no nível animal, e esta abordagem irá leva-los a maiores falhanços até que as pessoas se separem umas das outras por completo.

Hoje as pessoas já reconhecem que a falta de ligação entre elas é má. Mas elas ainda não compreendem que a única forma de criar uma ligação é para que toda a pessoa se eleve acima do seu egoísmo. Comeremos apenas se todos desejarem dar à colher uns aos outros.

Então, a única solução é a de organizar o nosso ambiente melhor. Os media em massa e a educação têm de transmitir a Luz que irá gradualmente mudar as pessoas. A sociedade irá então alcançar um entendimento pragmático que todos temos de jogar ao jogo do dar e amor, demonstrando estas qualidades uns aos outros. Esta é a única forma de nos mudarmos a nós mesmos, e sem ela, simplesmente não iremos sobreviver. A nossa salvação reside na habilidade do meio ambiente de nos influenciar a cada um de nós.

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Baal HaSulam Article: “The Arvut”

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